Informações, análises e comentários do jornalista
José Luiz Bittencourt sobre política, cultura e economia

12 jul

Lincoln Tejota na vice de Caiado abala a base governista ao indicar que o grupo de Nion Albernaz (que tem o pai Sebastião Tejota como líder) não acredita mais naquilo que ajudou a fundar: o Tempo Novo de Marconi

A confirmação do deputado estadual Lincoln Tejota, do PROS, como candidato a vice na chapa de Ronaldo caiado, tem um forte simbolismo ao indicar que o antigo grupo de Nion Albernaz transferiu-se para a oposição por não acreditar mais naquilo que ajudou a fundar: o Tempo Novo de Marconi Perillo.

 

Sebastião Tejota(foto), ex-presidente da Assembleia e atualmente conselheiro de contas, pai de Lincoln, foi homem de confiança de Nion e desenvolveu toda a sua carreira política em estreita sintonia com o grupo do ex-prefeito de Goiânia, dentro do qual sempre ocupou posição de liderança. Mesmo com a morte do velho cacique tucano, o grupo continuou a existir.

 

A composição dos Tejota com Caiado tem uma sinalização clara: o grupo nionista, ou pelo menos uma parcela expressiva, não vê a candidatura do governador Zé Eliton com chances de vitória e abandonou o barco – abrindo espaço para que outras lideranças da base façam o mesmo. É essa injunção que está causando um estrago sem precedentes dentro da base governista.

12 jul

Proibidos de participar de inaugurações e distribuição de benefícios, Zé Eliton e Marconi ficam sem agenda, mergulham a base governista na inércia política e assistem sem reação ao avanço da oposição

Desde sábado passado, 7, que a base governista está mergulhada na mais profunda inércia política, enquanto a oposição – no caso, Ronaldo Caiado – assume a iniciativa e avança no processo eleitoral com ações de impacto, tal como o anúncio de que o deputado Lincoln Tejota será o vice na chapa do DEM.

 

É que, exatamente no sábado, 7, entrou em vigor a proibição para que candidatos participem de inaugurações e entregas de benefícios, o que deixou o governador Zé Eliton e o ex Marconi Perillo sem ter o que fazer. Aparentemente, nenhuma atividade política foi planejada para os dois, com a falta de agenda política levando toda a base ao imobilismo.

 

Até as redes sociais de Zé Eliton e Marconi refletem essa situação de paralisia. Há quase uma semana que os dois só postam fotos e comentários genéricos ou institucionais. Nesta quarta, por exemplo, o governador publicou um convite para uma festa junina tardia na Praça Cívica(imagem acima, do Instagram de Zé Eliton). Já Marconi, em seis dias, fez apenas três postagens: uma sobre o aniversário da mãe do deputado Roberto Balestra, outra sobre as cavalhadas de Palmeiras e uma última homenageando sua mulher Valéria Perillo.

12 jul

Em jogada de mestre, Caiado antecipa fechamento da sua chapa, coloca deputado do PROS na vice e deixa estatelada a base governista – que amadoristicamente não sabia de nada

Em uma jogada de mestre, o senador Ronaldo Caiado antecipou o fechamento da sua chapa, que terá como vice o deputado estadual Lincoln Tejota, do PROS, e para o Senado Wilder Morais e Jorge Kajuru.

 

A inclusão de Lincoln Tejota, que integrava a base governista e é filho do conselheiro de contas e ex-deputado Sebastião Tejota, colheu de surpresa a (des)coordenação política do Palácio das Esmeraldas – que  amadoristicamente não tinha informações sobre a articulação e só tomou conhecimento pela internet, através do Jornal Opção online (que deu a notícia em primeira mão).

 

Uma verdadeira humilhação.

 

O episódio mostra que o poder de iniciativa no processo sucessório estadual está com a oposição e que o governismo, apesar de controlar a máquina administrativa e dispor de um exército de primeira grandeza, está caminhando a reboque. Até agora, nenhum partido, além do PSDB, confirmou oficialmente presença na coligação que banca a candidatura do governador Zé Eliton, sem falar no acúmulo de problemas graves não resolvidos, a exemplo da falta de solução para a acomodação do PTB depois que a 2º vaga ao Senado foi destinada à senadora Lúcia Vânia.

12 jul

Marqueteiro Paulo de Tarso aciona Marconi, Zé Eliton e PSDB na Justiça para receber dívida superior a R$ 3 milhões referente a trabalho prestado para a campanha de 2014

O marqueteiro Paulo de Tarso está cobrando judicialmente uma dívida superior a R$ 3 milhões de reais, a que alega ter direito em razão de serviços prestados na campanha de 2014 ao ex-governador Marconi Perillo, ao seu vice e atual governador Zé Eliton e ao PSDB.

 

Paulo de Tarso, que é de São Paulo, atuou como marqueteiro em três campanhas dos tucanos em Goiás: a de 2002, a de 2010, no 2º turno, e a de 2014. Nesta última, cobrou R$ 2.450 milhões – segundo ele valor que foi declarado à Justiça Eleitoral. Durante a campanha recebeu R$ 200 mil e dois anos depois mais R$ 750 mil, estes pagos pelo diretório estadual do PMDB. Os restantes R$ 1.450 milhão ficaram em aberto. Corrigidos monetariamente e com juros referente ao atraso, o valor está hoje, conforme discriminado na ação, em R$ R$ 3.085 mil.

 

A ação afirma que Marconi Perillo tem bens declarados que alcançam a quantia de R$ 3.781 milhões, enquanto o patrimônio de José Eliton chega a R$ 2.628 milhões – valores suficientes para pagar a dívida.

11 jul

Iminência de mais pesquisas negativas – Grupom e Ibope, já registradas no TRE – amplia o clima de apreensão na base governista, assustada com a falta de reação de Zé Eliton e a paralisia de Marconi

Duas novas pesquisas foram registradas no Tribunal Regional Eleitoral – do Grupom e do Ibope – e estão aptas para publicação a partir do próximo domingo.

 

O levantamento Grupom será publicado pelo Diário da Manhã na segunda-feira. No caso do Ibope, quem encomendou a pesquisa foi a Adial, uma associação de empresários presidida por Otavinho Lage, irmão do presidente da Saneago Jalles Fontoura. Não se sabe se há a intenção de divulgar os resultados.

 

De qualquer maneira, a notícia deixa a base governista com os pelos eriçados com a iminência de mais notícias ruins, depois da última pesquisa Diagnóstico/DM que apontou Zé Eliton em 3º lugar e depois da defecção de dois deputados estaduais da base, ambos do PROS, sendo um deles Lincoln Tejota, que vai ocupar a vice-governadoria na chapa de Ronaldo Caiado.

 

Caso não mostre reação nas pesquisas, depois de três meses como titular da governadoria, dia e noite participando de inaugurações de obras e eventos de distribuição de benesses na capital e no interior, a candidatura de Zé Eliton tem tudo para entrar em parafuso. Além dos índices baixos de intenções de voto, vem incomodando os aliados o fato de que o governador esgotou a sua munição, decorrente do cargo que ocupa, com a entrada em vigor do período em que candidatos são proibidos de participar de solenidades oficiais. Preocupa também a paralisia do ex-governador Marconi Perillo, que até agora não conseguiu produzir nenhum fato positivo para a campanha de Zé Eliton. Entre um e outro, a articulação política da base governista passou a caminhar a reboque, isto é, sem nenhum poder de iniciativa e apenas reagindo aos fatos gerados pela oposição.

11 jul

Zé Vitti, presidente da Assembleia, que é de família caiadista, nunca fez fé na candidatura de Zé Eliton e disse isso publicamente, pode ser o próximo a anunciar apoio a Caiado

Os bastidores da política estadual estão fervendo.

 

Especula-se que o presidente da Assembleía, Zé Vitti, pode ser o próximo deputado estadual a anunciar apoio ao senador Ronaldo Caiado.

 

Vitti votou em Caiado para senador em 2014, decisão que deixou pública em declarações à imprensa. Além disso, sempre teve ótimo relacionamento com o candidato do DEM, partido que já integrou e que só deixou para viabilizar sua candidatura a presidente da Assembleia, filiando-se ao PSDB, dono da maior bancada e do direito natural de indicar o comando da Casa. Sua família tem vínculos caiadistas históricos, especialmente seu pai, já falecido.

 

Além disso, Vitti nunca fez fé no nome de Zé Eliton para o governo e chegou a manifestar suas dúvidas nos jornais, ao dizer que o governador teria até perto do prazo final para as convenções para se afirmar. Posteriormente, recuou, depois que recebeu uma visita de Marconi Perillo e um convite para ser coordenador da campanha de Zé Eliton, situação que nunca se efetivou.

 

Há informações até de que ele pode proclamar até domingo que irá de Caiado.

11 jul

Chapa de Caiado, com Lincoln Tejota na vice, é mais um duro golpe para a candidatura de Zé Eliton (que vai perder também outro deputado do PROS, Sérgio Bravo) e deixa a base governista em pânico

O movimento totalmente inesperado do senador Ronaldo Caiado, que vai anunciar nesta quinta-feira, 12, a sua chapa completa, com o deputado estadual Lincoln Tejota, do PROS, como candidato a vice-governador, é mais um duro golpe para a candidatura do governador Zé Eliton e deixou a base governista em pânico.

 

Na 2º vaga ao Senado, está escalado o vereador Jorge Kajuru, do PRP.

 

A boataria sobre novas defecções tomou conta dos bastidores da política, nesta quarta-feira. Junto com Lincoln Tejota, irá o deputado estadual Sérgio Bravo, também do PROS. Fala-se que até um total de 15 parlamentares estaduais da base, inclusive o presidente da Assembleia, José Vitti, poderiam anunciar apoio a Caiado nos próximos dias.

 

Com Lincoln e Bravo, já são quatro os deputados estaduais que abandonaram a candidatura de Zé Eliton. Os dois primeiros foram Iso Moreira e Álvaro Guimarães.

11 jul

“Novo Tempo Novo” de Zé Eliton fica com cara de “novo tempo velho” com a nomeação de Flávio Peixoto, que serviu a todos os governos do PMDB, para a pasta da Educação

Brilhante, o economista Flávio Peixoto, pai do deputado federal Thiago Peixoto, foi a alma de todos os governos do PMDB, de 1983, o primeiro de Iris Rezende, até 1998, o último, com Maguito Vilela.

 

Agora, Flávio empresta a sua face de ex-emedebista do tempo velho para o governo-tampão de Zé Eliton, que prometeu renovação e assegurou que seria a mudança, no discurso de posse na Assembleia, quando entoou o mote do “Novo Tempo Novo”.

 

Zé Eliton não leu a entrevista de Thiago Peixoto a O Popular, no início deste ano, quando ele disse: “O vice-governador, ao assumir, precisa fazer uma mudança real no secretariado. São necessários novos quadros para o 1º escalão. Zé Eliton deve respeitar o passado, mas entender que seu compromisso é com o futuro”.

 

Flávio Peixoto é a “mudança real” de Zé Eliton.

11 jul

Caos na Secretaria de Educação, com mais de 20 mil temporários e sem concurso para professor há 8 anos, mostra que Raquel Teixeira não foi eficiente como gestora e afeta a sua pretensão de ser candidata a vice

A ex-deputada federal Raquel Teixeira acompanha dia e noite as andanças do governador Zé Eliton (acompanhava, já que Zé Eliton cessou a sua movimentação desde que entrou em vigor a proibição de candidatos comparecerem a inaugurações e entregas de benesses de governo) e se diz pronta para ocupar vaga de candidata a vice-governadora, com base nos seus dois mandatos na Câmara Federal e no que diz ser as suas ótimas gestões na pasta da Educação.

 

“Estou no jogo”, se autoproclama Raquel. Mas a verdade é bem diferente. Ela é malvista entre os políticos da base governista, tratados a pão e água durante as suas gestões na Seduce. Além disso, entregou a Secretaria, há três meses, em petição de miséria, com um contingente de 20 mil temporários, dos quais a maioria professores, ganhando salários em torno de R$ 1 mil por mês, sem nenhum direito trabalhista reconhecido – pouco mais que a definição legal para trabalho escravo.

 

Isso, para quem se diz defensora da Educação, é um vexame.

11 jul

Vilmar ressurge das cinzas com a pesquisa Diagnóstico/DM e agora é candidato viável ao Senado, constrangendo o PSD estadual, obrigado a se posicionar contra o seu próprio presidente

A pesquisa Diagnóstico/Diário da Manhã promoveu a ressurreição política do ex-deputado federal Vilmar Rocha, que apareceu em 4º lugar, com 20,3%, atrás apenas de Marconi Perillo (25,7%), Lúcia Vânia (22,7%) e Jorge Kajuru (21,3%), coim os quais está empatado tecnicamente, já que a margem de erro foi de três pontos para mais ou para menos.

 

Além disso, Vilmar saiu à frente de Demóstenes Torres, com 11,5%, e de Wilder Morais, com 9,5%.

 

Não há surpresa nesse bom desempenho. Em 2014, ele ficou em 2º lugar na disputa pelo Senado, recebendo 1.012.496 votos ou 37,52% do total. Ronaldo Caiado foi o eleito, com 1.283.665 votos válidos, ou 47,57% do total. Só esse resultado garante um recall de primeira qualidade e são os frutos dessa eleição que Vilmar está colhendo agora, além do efeito dos seus sete mandatos de deputado, dois como estadual e cinco como federal.

 

Com essa boa performance nas pesquisas, ele constrange o PSD, partido do qual é o presidente estadual e está sendo obrigado a se posicionar contra Vilmar – em razão da sua oposição ao nome de Zé Eliton para o governo do Estado. Podem vir novidades.

11 jul

Nomeação de Flávio Peixoto para a Secretaria Estadual de Educação é revés pessoal para Raquel Teixeira, que foi titular da pasta e desconstruiu a gestão do filho de Flávio, Thiago Peixoto

A nomeação do economista Flávio Peixoto, pai do deputado federal Thiago Peixoto, para a Secretaria Estadual de Educação representa um revés pessoal para a ex-titular da pasta Raquel Teixeira.

 

No 3º governo de Marconi Perillo, Raquel sucedeu Thiago Peixoto na SEDUCE e investiu na desconstrução da gestão do seu antecessor. Ela, inclusive, chegou a depreciar a classificação de Goiás em 1º lugar no IDEB, índice do Ministério da Educação que mede a qualidade do ensino médio no país, que foi a grande conquista de Thiago na Secretaria.

 

Ficou célebre uma declaração de Raquel ao assumir a SEDUCE: “O IDEB é importante e vamos buscar mantê-lo. Mas o processo educativo é muito complexo e eu tenho um outro índice com que eu trabalho, que é o IFIB, o índice de felicidade interna bruta, relacionado ao prazer que o professor tem de trabalhar”, disse ela, em alusão à forte insatisfação do magistério goiano com o ex-secretário, que havia retirado a titularidade da classe.

 

No momento, Raquel Teixeira trabalha nos bastidores para vir a ser indicada candidata a vice na chapa de Zé Eliton.

10 jul

Praticamente definido: 2ª vaga ao Senado na chapa de Caiado será ocupada por Kajuru, que está em 3º lugar nas pesquisas (e a sua 1ª suplência ficará com Adriety Elias, ex-mulher do prefeito Adib Elias)

A definição da base governista pela candidatura de Lúcia Vânia na 2ª vaga ao Senado na chapa de Zé Eliton já produziu a sua primeira consequência: na chapa de Ronaldo Caiado, a 2ª vaga irá para o vereador Jorge Kajuru.

 

Os acertos nesse sentido estão praticamente fechados. Kajuru é do PRP, partido nanico controlado em Goiás pelo ex-secretário da Fazenda Jorcelino Braga, que teria restrições a Caiado, mas não incontornáveis.

 

Kajuru está m 3º lugar nas pesquisas, atrás, mas muito perto, de Marconi Perillo e Lúcia Vânia. Confirmado o seu nome, a sua 1ª suplência deverá ficar com Adriety Elias, ex-mulher do prefeito Adib Elias, de Catalão.

10 jul

Justiça Eleitoral condena o instituto Serpes a pagar multa de R$ 69.807,00 por ter divulgado pesquisa eleitoral em O Popular um dia antes de decorrido o prazo de 5 dias entre o pedido de registro e a publicação

O juiz José Proto de Oliveira, do Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Goiás, condenou em decisão monocrática o instituto Serpes a pagar multa de R$ 69.807,00 por ter divulgado pesquisa eleitoral em O Popular um dia antes de decorrido o prazo de 5 dias entre o pedido de registro e a publicação.

 

Trata-se da última pesquisa do Serpes publicada pelo jornal, em 10 de junho último. Como o levantamento foi registrado no TRE no dia 5 de junho,  assim, excluindo-se esse dia do início e incluindo-se o do vencimento, dia 10 de junho, conforme manda a legislação eleitoral, o prazo para a divulgação do resultado seria dia 11 de junho – e não 10 de junho, data em que foi efetivamente publicada.

 

A denúncia foi levada ao TRE pelo diretório estadual do MDB, cujo presidente é o deputado federal Daniel Vilela. O Serpes pode recorrer ao pleno do Tribunal.

10 jul

Frustração das operações de crédito com a Caixa Federal é derrota dura para Zé Eliton, privado de recursos para alavancar as obras do Estado durante a sua campanha para o governo

O cancelamento das duas operações de crédito que o governo de Goiás estava encaminhando junto a Caixa Federal, totalizando quase R$ 600 milhões de reais, representa uma dura derrota para o governador Zé Eliton.

 

Ele ficou privado de um volume de recursos decisivo para alavancar as obras que estão em andamento e que, na prática, poderiam dar alguma consistência eleitoral para a sua candidatura ao governo nos três meses que ainda faltam para a data das eleições.

 

Pior: Zé Eliton mostrou fraqueza e falta de articulação ao perder para a oposição, principalmente para Ronaldo Caiado, a batalha campal em Brasília pela liberação dos empréstimos – o que representa mais uma sinalização negativa para o exército da base governista, já desorientado pela falta de desempenho do candidato tucano nas pesquisas.

 

No episódio, o governo foi derrotado até no front da comunicação, ao não conseguir responsabilizar negativamente a oposição pela frustração do empréstimo e cometer um erro gravíssimo: assumiu que a Caixa impôs juros escorchantes e cláusulas severas para a operação, em mais uma prova de que a condição financeira do Estado seria mesmo precária e levou a instituição de crédito a procurar compensar o risco com a elevação dos encargos.

10 jul

Jovair articula reação à imposição de Lúcia Vânia e propõe reunião de 5 partidos – PTB-PP-PSD-PRB-PROS – para cobrar critérios para o preenchimento da 2º vaga ao Senado na chapa governista

O deputado federal Jovair Arantes está articulando para a próxima quinta-feira uma reunião de 5 partidos – PTB-PP-PSD-PRB-PROS – para organizar uma posição comum e cobrar critérios para o preenchimento da 2ª vaga ao Senado na chapa governista.

 

O PTB de Jovair não aceita a pré-definição do nome de Lúcia Vânia para a 2ª vaga e insiste em colocar a candidatura de Demóstenes Torres em avaliação, através de critérios que não se limitariam a pesquisas, mas incluiriam também, por exemplo, número de partidos e de parlamentares a favor ou contra. Além de Demóstenes, seriam incluídos na disputa também Vanderlan Cardoso, pelo PP, e Vilmar Rocha, pelo PSD.

 

Jovair conversou com Vilmar Rocha, que voltou a se movimentar depois que a pesquisa Diagnóstico/Diário da Manhã apontou o seu nome em 4º lugar na corrida senatorial, atrás apenas de Marconi Perillo, Lúcia Vânia e Jorge Kajuru. Vilmar apoia a definição de critérios para a escolha do nome que vai ficar com a 2ª vaga ao Senado e tem dito que, na sua opinião, toda a chapa, inclusive o nome para o governo, deveria ser preenchida de acordo com esses critérios. A exceção seria Marconi na 1ª vaga ao Senado, “por se tratar da única candidatura natural”.

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