Informações, análises e comentários do jornalista
José Luiz Bittencourt sobre política, cultura e economia

20 jun

Governo faz festa para anunciar que estava descumprindo a lei e que, com 8 meses de atraso, vai pagar o reajuste do piso nacional dos professores, em vigor desde janeiro, apenas em agosto

Isso nunca se viu antes: o governador Zé Eliton reuniu uma batelada autoridades e sindicalistas, em um evento no Palácio das Esmeraldas(foto), para anunciar que, com oito meses de atraso, vai pagar a partir de agosto o reajuste do piso nacional dos professores – que deveria estar sendo pago desde janeiro.

 

O piso nacional tornou-se lei em 2008 e é atualizado a cada ano. Em dezembro últimoo, foi anunciado um reajuste de pouco mais de 6%, passando a valer a partir de janeiro, totalizando um salário mínimo de R$ 2.455,35 para todo o magistério nacional.

 

Sabe-se agora que, em Goiás, a lei não estava sendo obedecida. Em janeiro, o então governador Marconi Perillo não deu o aumento. Na verdade, o governador Zé Eliton anunciou apenas o cumprimento de uma obrigação legal.

 

Cumprir a lei, em Goiás, é motivo de festa. E, claro, de olho nas eleições.

20 jun

Veja exemplo de onde Marconi e Zé Eliton enfiaram o dinheiro da venda da Celg, uma das 130 maiores empresas do Brasil: R$ 1,6 milhão para asfaltar o distrito de Campos Lindos, em Cristalina, de 10 mil habitantes

A venda da Celg, uma das 130 maiores empresas do Brasil, arrecadou diretamente quase R$ 1 bilhão de reais – dinheiro espatifado em despesas de custeio e investimento em obras como o recapeamento de asfalto nos municípios, tal qual aconteceu com os recursos da privatização da usina de Cachoeira Dourada.

 

Ou seja: o valioso patrimônio dos goianos, nos dois casos, Cachoeira Dourada, foi desperdiçado à toa, sem repercussão no processo de desenvolvimento do Estado.

 

Veja aqui um exemplo, do que está sendo feito com o dinheiro da venda da Celg: na semana passada, o governador Zé Eliton foi a Cristalina, no Entorno de Brasília, e anunciou que R$ 1,6 milhão do programa Goiás na Frente (alimentado pelos recursos da privatização da Celg) serão gastos no asfaltamento do distrito de Campos Lindos, em Cristalina, que tem 10 mil habitantes.

 

A obra pode ser importante, localmente falando, mas a obrigação de pavimentar as ruas de Campos Lindos é da prefeitura de Cristalina, não do governo do Estado.

 

É por esse tipo de gasto, sem retorno para o desenvolvimento de Goiás, que a Celg foi trocada.

20 jun

Em pesquisa do instituto Directa, publicada no jornal O Hoje, Zé Eliton é um fenômeno: sobe como um foguete e já está com 24,1%, enquanto Caiado cai para 34,6% e Daniel para 9,8%

Uma pesquisa do instituto Directa, publicada pelo diário O Hoje, mostra que o governador Zé Eliton é um fenômeno: segundo os dados apurados, ele já está com 24,1%, subindo como um foguete, aproximando-se de Ronaldo Caiado, que caiu para 34,6% e distanciando-se de Daniel Vilela, com 9,8%.

 

Como disse o próprio Zé Eliton: tem pesquisas para todos os gostos.

20 jun

Manchete de O Popular mostra o resultado trágico da “política” de obras inacabadas: prometidos desde a campanha de 2010, Credeqs estão inconclusos e apenas um está funcionando

A manchete de O Popular, nesta quarta-feira, rende mais para a oposição que uma centena de discursos de Ronaldo Caiado e Daniel Vilela, juntos.

 

O jornal mostra que a promessa de construir 10 Credeqs, feita na campanha de 2010 pelo governador Marconi Perillo, não deu em quase nada: apenas um está funcionando, em Aparecida, enquanto outros quatro encontram-se inconclusos ou paralisados, inclusive dois (Goianésia e Quirinópolis) que foram inaugurados pelo governador Marconi Perillo na reta final na reta final do seu governo.

 

Mesmo o Credeq que funciona em Aparecida há dois anos está longe de cumprir os seus objetivos, segundo demonstra O Popular. Até hoje, apenas 679 dependentes químicos estiveram internados na unidade.

20 jun

Para vencer em 2006, Alcides foi mais que governador substituto, que pratica a “política do bem”e faz discursos cheios de platitudes. Mas o que fez a diferença foi a votação em Anápolis

Em 2006, Alcides Rodrigues foi um candidato de muitas virtudes, que enfrentou um candidato de oposição sem força. Mas o que de fato deu vitória a ele foi a cidade de Anápolis.

 

Quem quiser verificar os mapas eleitorais, pode buscá-los no TRE. Os mapas de 2010 mostram que Alcides teve 80% dos votos de Anápolis, ao passo que Maguito Vilela não chegou a 10%. É o recorde ainda não batido. Marconi Perillo mesmo nunca alcançou 80% naquela cidade. A vitória retumbante em Anápolis anulou os bons resultados do PMDB em outras praças.

 

A votação de Alcides em Anápolis foi mérito dele. Alcides foi interventor por um ano naquela cidade. Colocou em ordem a bagunça criada por Ernani de Paula. Os piadistas contam que ele comparecia até a batizado de boneca e a posse de presidente de grêmio de jardim de infância. Buscou relações com todos os políticos da cidade e recebia qualquer um em seu gabinete.

 

Claro, Marconi compareceu com bom respaldo financeiro e político. E aí Alcides aproveitou para fazer campanha à vontade e ganhar. Política é olho no olho, é aperto de mão, é calor humano. Quem não entender isso, poderá até ser um bom governador substituto, que pratica a “política do bem” e faz discursos cheios de platitudes. Mas nunca vai ser líder.(Helvécio Cardoso, jornalista)

20 jun

Alcides venceu em 2006 porque enfrentou uma oposição fraca e desmotivada, com um candidato sem agressividade. Mas a sua principal virtude foi não se apresentar como continuador de Marconi

Alcides Rodrigues venceu em 2010 por vários fatores. Ele enfrentou uma oposição recuada, desmotivada, cujo principal candidato sempre se notabilizou pela falta de agressividade eleitoral – Maguito Vilela. Não tinha um antagonista como Ronaldo Caiado, osso duro de roer. Aliás, Caiado, mesmo brigado com Marconi, apoiou Alcides discretamente.

 

Mas o vice que virou governador tinha suas próprias virtudes. Uma delas foi não se deixar vender como reles continuador de Marconi. É sabido que Marconi não o queria na cabeça de chapa. Alcides comunicou que seria candidato pelo seu próprio partido, o PP, quisesse Marconi ou não. Marconi, que não queria, acabou querendo. Não tinha saída. Engoliu a casca e o caroço.

 

Claro que Alcides já tinha experiência eleitoral. Foi prefeito, foi deputado. Palmilhou os caminhos pedregosos da oposição. E isso contou a favor da sua vitória.(Helvécio Cardoso, jornalista)

19 jun

Alcides 2006 era melhor e foi mais competitivo que Zé Eliton 2018: diferenças são humildade, tradição dentro da base e legitimação política da candidatura além da simples posse do cargo de governador

A comparação entre as pesquisas efetuadas pelo Serpes, em 2006, no mês de junho, e agora, em junho de 2018, mostra que Alcides Rodrigues foi melhor e mais competitivo que Zé Eliton: enquanto o primeiro chegava a 17,7% das intenções de votos nessa época, Zé Eliton não passa no momento de 10% e aparece em alguns levantamentos com bem menos.

 

Levando a comparação mais longe, Alcides, o outro vice que Marconi Perillo lançou como seu poste, comportava-se com muito mais humildade e evitou com habilidade ser imposto como candidato apenas pela força do cargo, ao contrário de Zé Eliton. Ele tinha a seu favor a história, resultado de uma longa experiência como oposição (foi inclusive prefeito e deputado), mas mesmo assim costurou meticulosamente a legitimação do seu nome, abrindo os braços para todos os políticos e grupos que compunham a base aliada naquele tempo e ampliando as alianças, sempre ajudado de perto por Marconi na execução dessa tarefa – lembrando que o Marconi daquela época começou a campanha para o Senado com 77% das intenções de voto.

 

O Marconi de hoje também é candidato ao Senado, mas com intenções de voto entre 14 e 16%, sendo rejeitado por quase um terço do eleitorado.

 

A locomotiva que foi em 2006 perdeu a força.

19 jun

Caiado, Daniel e Zé Eliton não se mexem nas pesquisas porque a única campanha que fazem é participar de eventos e postar fotos nas redes sociais e isso tem muito pouca abrangência

Desde o início do ano que Ronaldo Caiado, Daniel Vilela e Zé Eliton mantêm as mesmas posições nas pesquisas, com variações ínfimas.

 

Caiado segue firme em 1º lugar, entre 38 a 41%. Daniel em 2º lugar, com 6 a 10%, alternando-se à vezes com Zé Eliton, o 3º colocado, com 6 a 9%.

 

Por que esses percentuais não se movem?

 

A explicação parece simples: basicamente, a campanha que fazem é participar de eventos e postar fotos nas redes sociais. Dos três, Caiado é o que mais tem seguidores, mas Daniel e Zé Eliton também não ficam muito atrás. Entretanto, esses seguidores não são ativos: fotos de Caiado, no Instagram, chegam a no máximo 3.000 curtidas. Daniel e José Eliton, no máximo 400 curtidas.

 

Quanto aos eventos, é fácil perceber pelas fotos que envolvem plateias reduzidas, entre 100 a 300 pessoas. Quando aparece um público superior a 500 pessoas, é exceção.

 

Esses números, diante da grandeza dos 4 milhões 400 mil eleitores registrados em Goiás, representam quase nada. A maioria absoluta do eleitorado não está sendo alcançada pelos três principais candidatos. Não é exagero concluir que estão pregando no deserto.

19 jun

Pesquisa Real Time/TV Record diz que 84% dos goianos querem governador que não seja investigado por corrupção. Dos 3 principais candidatos, só Ronaldo Caiado atende a exigência

O futuro governador de Goiás deve ser equilibrado e sereno, possuir experiência administrativa prévia, ter a ficha limpa e terá de manter os programas e ações desenvolvidos pelo atual governo do Estado, aponta pesquisa do Instituto Real Time Big Data, ligado à Record TV Goiás.

 

Alguns números: 83% dos entrevistados querem que o próximo governador tenha experiência (a pesquisa, nesse quesito, parece fazer confusão entre experiência política e experiência administrativa), 90% esperam que ele tenha perfil sereno e bastante equilíbrio emocional e 84% que não seja investigado em denúncias de corrupção.

 

No último quesito, dos três principais candidatos, Ronaldo Caiado é o único a atender a exigência apurada junto ao eleitorado. Daniel Vilela responde a inquérito na Operação Lava Jato, por receber dinheiro da Odebrecht, e Zé Eliton tem processos (mais de um) por improbidade administrativa movidos pelo Ministério Público Eleitoral, um deles por contratar aviões para se deslocar pelo Estado, quando foi presidente da Celg.

19 jun

Marconi trabalha na articulação política no fim de semana, mas… em São Paulo, como coordenador da campanha de Alckmin a presidente – que agoniza com índices entre 6 e 7%

O ex-governador Marconi Perillo está cumprindo a promessa de se atirar à articulação política, conforme disse assim que voltou das suas férias de 30 dias no exterior.

 

Ele passou o fim de semana trabalhando… em São Paulo, onde cumpriu uma agenda de reuniões com partidos políticos na tentativa de fortalecer a candidatura de Geraldo Alckmin a presidente, hoje agonizando com índices de votos entre 6 a 7%. Coincidência ou não, são números parecidos com o de Zé Eliton em Goiás.

 

Até esta segunda, Marconi continuava na capital paulista. Como se sabe, ele assumiu a coordenação política da campanha de Alckmin e prometeu dedicar 50% do seu tempo a essa tarefa.

18 jun

Governo do Estado deixou de planejar Goiás ao contratar consultorias privadas, caríssimas, que produziram uma acachapante queda nos índices de competitividade da economia goiana

A experiência brasileira de planejamento estatal apresenta casos bem sucedidos, a exemplo do Plano de Metas do governo JK, que lançou mão do instrumental do planejamento, técnica então recém-introduzida no país, para sintetizar a sua proposta política de desenvolvimento industrial acelerado.

 

O II PNDE, elaborado sob a orientação do Ministro do Planejamento João Paulo dos Reis Veloso, foi a mais ampla e articulada experiência brasileira de planejamento  após o Plano de Metas. Em Goiás, o Plano MB representa a única, e bem sucedida, iniciativa desta natureza.

 

O que têm em comum o Plano de Metas (governo civil), II PND (governo militar) e o Plano MB (governo estadual)?

 

Todos, independentemente de regime ou esfera de governo, foram formulados por pesquisadores e equipes técnicas altamente qualificadas e, principalmente, sob a batuta de órgãos governamentais e, por isso, com uma visão macroeconômica, como convém a um bom plano econômico. Em Goiás, o que se vê nos últimos tempos é a soberba dos consultores privados, desalinhados e descomprometidos com o desenvolvimento econômico e social, formulando uma miríade de ações quase sempre desconexas e, o que é pior, sem apontar as fontes de recursos.

 

E, como agravante, a custos nada amistosos. A pauta microeconômica sobrepôs-se à macroeconômica, resultando em peças orçamentárias fragmentadas e inexequíveis. Foi feita uma péssima escolha: os técnicos competentes e desinteressados cederam lugar aos “espadachins mercenários da apologética”. É lamentável que Goiás, ao contrário dos Estados mais avançados do país, abra mão de novos instrumentos de planejamento, como a programação linear, os modelos econométricos, as matrizes insumo-produto, etc.

 

Por tudo isso, não é de se estranhar a acachapante queda nos índices de competitividade da economia goiana. Estávamos em 10º lugar em 2015, caímos para 13º em 2017.(Mauro Faiad, economista)

18 jun

Duas semanas após retornar das férias no exterior, Marconi não articulou nenhuma solução para os problemas da base governista, que segue inquieta com a perspectiva de derrota nas eleições

Duas semanas após o retorno do ex-governador Marconi Perillo a Goiás, depois de 30 dias em férias no exterior, os grandes desafios que estão comprometendo a unidade da base governista continuam sem solução: o PP balança entre Daniel Vilela e Ronaldo Caiado; o presidente do PSDB Vilmar Rocha continua atacando o governador Zé Eliton; Lúcia e Demóstenes seguem brigando pela vaga ao Senado e os deputados estaduais do PSDB não escondem a crescente insatisfação com a falta de articulação para a montagem do “chapão”.

 

Para agravar esse estado de coisas, Marconi, que ainda tem a sua candidatura ao Senado para encarar, resolveu aceitar a coordenação política da campanha de Geraldo Alckmin à presidência, em situação terminal.

 

São tarefas demais para um homem só. O ex-governador, pela primeira vez na vida, se depara com a possibilidade de perder uma eleição: há pesquisas indicando até que ele está em 3º lugar na corrida senatorial, além de ser rejeitado por um terço do eleitorado.

 

Nos 10 dias em que circula por Goiás, Marconi nada fez além da rotina de acompanhar Zé Eliton em eventos governamentais(como uma reunião da UEG em Itumbiara, na foto acima) e visitar órgãos públicos para, conforme disse, “verificar se está tudo bem”.

 

Parece que, quanto as eleições, para Marconi “está tudo bem”.

18 jun

Se a eleição fosse um torneio de box, encarregados da comunicação do governo Zé Eliton, chefiada por Jarbas Rodrigues, ex-coluna Giro, podem ser definidos como pesos-leves… enfrentando adversários pesos-pesados

Ao assumir, em 7  de abril, o governador Zé Eliton desmontou a antiga equipe de comunicação do até então governador Marconi Perillo, que foi decisiva para as vitórias eleitorais do tucano até então.

 

Zé Eliton entronizou um novo grupo de estrategistas, liderado pelo jornalista Jarbas Rodrigues(foto), que surpreendentemente deixou a coluna Giro, em O Popular, o mais importante espaço da imprensa em Goiás, para se aventurar na sua primeira experiência governamental.

 

Entre outros, trabalham com Jarbas Rodrigues os comunicólogos Frederico Jotabê, Valéria Aquino, Ademir Lima e Edivaldo Cardoso, time que um dos mais traquejados analistas da imprensa goiana classifica como tecnicamente perfeito, porém da categoria peso-leve – usando a linguagem do box. Todos têm pouca ou nenhuma expertise em matéria de eleições estaduais.

 

Pior: o problema é que a campanha eleitoral, segundo esse mesmo observador, continuando a aproveitar a linguagem do box, é um torneio onde os adversários podem ser definidos como pesos-pesados.

 

É uma luta com final fácil de prever.

18 jun

Balanço das viagens dos candidatos ao interior, em O Popular: Zé Eliton foi a 76 cidades neste ano, Daniel foi a 66 e Caiado foi a 50 – e nenhum melhorou suas posições nas pesquisas, só mantiveram

O Popular publica um balanço interessante na edição deste último domingo: o número de viagens que cada um dos três principais candidatos a governador fez aos municípios, desde o início do ano.

 

Zé Eliton foi o que mais se movimentou, com 75 cidades visitadas, algumas mais de uma vez. Daniel Vilela vem depois, com 66 cidades (só a Aparecida foi 13 vezes). E Ronaldo Caiado esteve em 50 municípios.

 

Como todos os três estão mais ou menos imobilizados nas pesquisas publicadas de janeiro até agora, fácil concluir que essa maratona não rendeu votos para ninguém: Caiado segue em 1º lugar, entre 38 a 41%. Daniel em 2º lugar, com 6 a 10%, alternando-se à vezes com Zé Eliton, o 3º colocado, com 6 a 9%.

 

Porém, nenhum deles caiu, mantendo-se todos os três estáveis onde estão posicionados. Presume-se que as viagens estão servindo, no máximo, para segurar cada um em sua respectiva pontuação e mais nada.

17 jun

Marconi vai dividir o seu tempo em 50% para coordenar a campanha de Alckmin e 50% para ajudar Zé Eliton em Goiás e desenvolver a sua própria campanha ao Senado. Isso vai dar certo?

O ex-governador Marconi Perillo enfrentará nos próximos quatro meses um dos maiores desafios da sua trajetória política.

 

Simultaneamente, ele vai coordenar a campanha de Geraldo Alckmin à presidência, ajudar a candidatura de Zé Eliton a governador e desenvolver a sua própria campanha para o Senado.

 

É trabalho para um Hércules. Marconi disse ao jornal O Globo que vai dividir o seu tempo em 50% para as demandas nacionais e os 50% restantes para as eleições em Goiás. Se vai dar certo, só Deus sabe…

 

O ex-governador esbanja confiança, portanto, prestes a enfrentar um caminho de pedras: ele, ao Senado, e Zé Eliton, ao governo, estão em baixa nas pesquisas, enquanto Alckmin não faz diferente e não chega a 7% das intenções de votos para presidente.