Informações, análises e comentários do jornalista
José Luiz Bittencourt sobre política, cultura e economia

06 jun

Selma Bastos, do PT, prefeita da Cidade de Goiás, vai anunciar em breve que apoia a candidatura de Zé Eliton. Em seguida, será expulsa do partido, o que, convenhamos, não terá a menor importância

O governador Zé Eliton esteve nesta terça-feira na Cidade de Goiás, onde se encontrou a prefeita Selma Bastos, do PT, e liberou novos e vultosos investimentos estaduais no município.

 

Atenção: tem coelho nesse mato. Não é de hoje que Selma Bastos recebe atenção diferenciada do governo do Estado. Isso já vem desde os tempos do ex-governador Marconi Perillo, a quem a prefeita sempre dedicou elogios extremados.

 

Então, anote aí, leitor: em breve, Selma Bastos vai anunciar apoio à candidatura de Zé Eliton. Vai haver reação do PT, que a expulsará do partido. Mas isso de nada vai adiantar. A adesão dela à candidatura governista já foi fechada e depende apenas da escolha do momento oportuno, para render o máximo possível em termos de ganhos políticos para Zé Eliton.

06 jun

“Pensamento” dos candidatos a governador, pelas respostas que deram ao questionário de O Popular, revela apenas obviedades. Nem Caiado nem Daniel nem Zé Eliton mostraram nada de novo

O Popular publica nesta quarta uma matéria que deveria ser importante para os seus leitores: as respostas dos candidatos a governador a um questionário com perguntas sobre aborto, casamento gay, organizações sociais, porte de armas, pena de morte e temas que já motivaram alguma polêmica no passado, mas hoje parecem quase que unânimes dentro da sociedade.

 

E, talvez por isso, nem Ronaldo Caiado nem Daniel Vilela nem Zé Eliton foram capazes de dar qualquer opinião minimamente interessante ou original. Ou surpreendente. Ou inteligente. O que se vê são obviedades e praticamente um consenso dos três candidatos a respeito de tudo

 

Não perca seu tempo lendo essa bobagem, leitor. Foi uma boa oportunidade… desperdiçada.

05 jun

Sem motivos para sorrir: Atlas da Violência 2018 mostra que homicídios cresceram sem parar nos últimos governos Marconi, inclusive no período em que Zé Eliton foi secretário de Segurança Pública

Foi divulgado nesta terça um documento da maior importância e seriedade sobre a violência no Brasil – o Atlas da Violência, elaborado pelo Ipea, órgão de credibilidade inquestionável.

 

Os números que o Atlas revela para Goiás são negativos ao extremo. Em especial, nos dois últimos governos Marconi, iniciados em 2011. Nesse ano, foram registradas 37,4 mortes por cada 100 mil habitantes (2.272 homicídios), quantitativo que foi crescendo sem parar até 2016, último ano pesquisado, quando chegou a 45,3 mil mortes por 100 mil habitantes ou 3.036 vidas perdidas por homicídio.

 

Vale ressaltar que 2015 e 2016 transcorreram sob a gestão de Zé Eliton na Secretaria de Segurança, respectivamente com 2.997 mortes e, repetindo, 3.036, números que representam um crescimento de 100% em um período de 10 anos. Esses dados colocam Goiás entre os 8 piores Estados brasileiros em matéria de violência letal.

 

Os tucanos de Goiás fracassaram na segurança pública.

05 jun

Discurso de Zé Eliton, dizendo ter “nojo” das negociações políticas, é erro estratégico que Marconi nunca cometeu, ao afastar ainda mais um aliado, o PP, que já está caindo fora

O discurso do governador Zé Eliton, na segunda-feira, com críticas pesadas ao processo de negociação política, tudo indica que desabafo diante das pressões que vem recebendo do ministro Alexandre Baldy e do deputado federal Heuler Cruvinel para entregar a Saneago ao PP, configura um erro estratégico sem tamanho para alguém na posição do orador.

 

As raposas mineiras ensinam que, durante uma articulação, principalmente em se tratando da atração de aliados para o processo eleitoral, não é conveniente jamais partir para o ataque e imprensar os interlocutores contra a parede. Isso pode às vezes ser necessário, mas não por conta do líder maior e sim pela tropa de choque  e ele, o líder, até pode entrar em seguida para apaziguar os ânimos e posar de ponto de união.

 

Candidato precisa de todo mundo e só quebra o pau depois que a divergência está consolidada e é irreversível.  Nos governos e nas campanhas de Marconi Perillo, ninguém nunca viu nada parecido com o desabafo de Zé Eliton, atacando quem pode vir a apoiá-lo a depender do resultado das conversações. Não se faz política de cabeça quente.

 

Pior: e se, por acaso o PP acabar fechando com Zé Eliton? Vão dizer que foi pelo balcão de negócios e não pela convicção. Uma fissura ficará. Quem tem “nojo” da política não pode estar na política.

05 jun

Zé Eliton é agressivo ao condenar troca de cargos por apoio (que ele já fez) e diz que isso é “política arcaica” e “nada nos enoja mais”. O significado é um só: ele não é político e, mais ainda, não gosta de política

Tem muita importância o discurso do governador Zé Eliton no Teatro Basileu França, quando disse, referindo-se a pressões de políticos por ocupação de espaço no governo, que “nada mais retrógrado, nada mais ultrapassado, nada mais vil, nada mais leviano, nada nos enoja mais do que ser obrigado a ter esse tipo de debate no cenário político, cruel debate”.

 

Ora, cargos públicos sempre foram moeda de troca em todos os governos. Todos. Inclusive no mandato-tampão do próprio Zé Eliton, que teve entre suas primeiras medidas a criação de uma secretaria e de uma batelada de sinecuras para atender partidos, ex-prefeitos e aliados momentaneamente sem emprego.

 

Ele mudou de opinião? Não. Está é revoltado e sem saber o que fazer diante do apetite do ministro Alexandre Baldy e do deputado federal Heuler Cruvinel (ambos do PP), que exigem mais espaço para, quem sabe, apoiar a candidatura de Zé Eliton – nem certeza dão.

 

Acuado, assistindo sem reação à multiplicação de rachaduras na base, o governador fez um desabafo bem emocional. Mas não foram palavras vãs. Anote aí, leitor: ele mostrou que não é político, que não sabe fazer política, que só conta com o cargo para se impor. Que não gosta de política. Que a política é um problema, não uma solução – como nos tempos no governador Marconi Perillo, que nunca teve dificuldade para lidar com os desafios da sua ampla base de sustentação. Zé Eliton talvez se sinta encarregado de uma missão superior, a de levar Goiás a um destino glorioso.

 

Esse discurso espantou a base governista.

05 jun

Relação do PP com o governo Zé Eliton entrou em processo de desgaste: com a velha guarda afastada das decisões, partido caminha para apoiar Daniel Vilela

O PP, presidido em Goiás pelo atual ministro Alexandre Baldy, das Cidades, está cada vez mais distante da base de alianças da candidatura à reeleição do governador José Eliton.

 

Apesar da velha guarda do partido, representada principalmente por um de seus fundadores no Estado, o deputado federal Roberto Balestra, é a nova guarda, composta por políticos mais jovens, que tem ditado o ritmo de afastamento gradativo do Palácio das Esmeraldas, especialmente após a desincompatibilização do ex-governador Marconi Perillo.

 

Esse fato tem animado a candidatura do emedebista Daniel Vilela, que tem feito um trabalho agregador silencioso nas bases do grupamento antigamente coeso herdado pelo governador José Eliton.

 

Embora boa parte dos alicerces municipais do PP se manifeste a favor da manutenção da aliança com a base aliada estadual, o deputado Heuler Cruvinel e o próprio presidente Baldy, além do ex-prefeito de Senador Canedo Vanderlan Cardoso, que disputou o 2º turno para prefeito de Goiânia contra Iris Rezende há pouco mais de 1 ano, emitem evidentes sinais de que a relação com a equipe de José Eliton está bastante desgastada. O PP, segundo eles, só vai decidir com quem se alinhará nas eleições deste ano no último prazo, em agosto.(Afonso Lopes, jornalista)

05 jun

Estrategistas de Zé Eliton querem reforçar ações em Goiânia, “onde a base governista não tem bom histórico eleitoral”. Tucanos só ganharam na capital em 1998, daí para cá foi uma derrota atrás da outra

Há poucos dias, a coluna Giro, em O Popular, noticiou que o QG do governador Zé Eliton avaliava que “é importante reforçar ações em Goiânia, onde a base governista não tem bom histórico eleitoral”.

 

Não, não é importante, é muito mais do que isso. A única eleição que a atual base governista ganhou em Goiânia foi a de 1998, quando Marconi Perillo disputou pela primeira vez e venceu Iris Rezende.

 

Daí para cá, foi um histórico exclusivamente de derrotas, seja nas eleições para governador, seja para prefeito. A dura verdade é que a base governista tucana sempre foi rejeitada pelos goianienses. Eles tentam amenizar essa trajetória negativa alegando que existe um sentimento oposicionista em Goiânia, que sempre fica eleitoralmente contra o governo, qualquer governo.

 

Portanto, digamos que o QG de Zé Eliton acordou para uma realidade na qual deveria estar ligado desde sempre. E, pelo quadro mostrado nas últimas pesquisas, pode enfiar a viola no saco: vem aí outra derrota. Resta saber se será acachapante ou não.

05 jun

Volta de Marconi à articulação política é a última esperança da base governista. Problemas graves como a saída do PP e a disputa entre Lúcia e Demóstenes pela 2ª vaga ao Senado aguardam solução

Segundo o traquejado comentarista Afonso Lopes, em seu blog, a última esperança da base governista para se preparar a contento para as próximas eleições é o retorno do ex-governador Marconi Perillo – que está sumido de Goiás há quase um mês, tendo anunciado viagem para a Ásia para captar investimentos para o Estado, mas depois disso sem divulgar qualquer informação a respeito do seu paradeiro. Segundo O Popular, nesta terça, ele agora estaria em São Paulo.

 

Dois problemas gravíssimos, segundo Afonso Lopes, aguardam a intervenção de Marconi:

 

1 – “O vôo livre do PP, sob o comando recente do ministro Alexandre Baldy, que agora fala abertamente em diálogo com opositores, especialmente com Daniel Vilela, que é considerado aliado do presidente Michel Temer”.

 

2 – “A disputa acirrada pela 2ª vaga ao Senado. Com a perda de fôlego de Wilder Morais, que fez as malas e se aninhou no ninho dos democratas de Caiado, tudo caminhava tranquilamente para o nome de Lúcia Vânia. Com a chegada de Demóstenes Torres, do PTB, a encrenca que estava superada com Wilder retornou ainda mais forte. José Eliton não conseguiu apontar um caminho político para resolver o impasse, que de quebra coloca em xeque dois partidos importantes dentro da base, o PSB, de Lúcia Vânia, e o PTB, partido ao qual Demóstenes se filiou”.

05 jun

Resultado do 1º turno da eleição no Tocantins, com vitória do atual governador, anima o grupo palaciano em Goiás, que acredita firmemente que a posse da máquina garante candidatura de Zé Eliton

O resultado da eleição no Tocantins, com o 1º turno sendo vencido pelo governador Mauro Carlesse, comprovaria a tese do grupo mais íntimo de Zé Eliton, que alimenta firmemente a crença de que o controle da máquina pública quase que automaticamente levará a um desfecho positivo em outubro próximo.

 

É o que se ouviu nesta segunda-feira em círculos próximos ao Palácio das Esmeraldas. Sem exageros, pode-se dizer que o clima é de euforia, depois de um período de baixo astral provocado pela última pesquisa Grupom/Diário da Manhã, em que Zé Eliton apareceu em 3º lugar, atrás de Daniel Vilela e muito distante do líder, Ronaldo Caiado, que detém 61% das intenções de votos válidos.

 

O fato de já ser governador, para a roda de assessores e para o próprio Zé Eliton, parece ser uma espécie de garantia ou de seguro contra qualquer revés. Por esse raciocínio, Zé Eliton vai ganhar porque tem o apoio da máquina governamental e o fato do atual governador do Tocantins ter se sagrado vencedor do 1º turno seria mais uma confirmação para essa certeza.

05 jun

Zé Eliton diz que “cargos de governo não são moeda de troca” e Daniel Vilela responde que “este governo, ao contrário do que diz o governador, tem sim loteado espaço para conquistar apoio”

Há um debate entre Zé Eliton e Daniel Vilela nos jornais desta terça-feira. Candidatos a governador, os dois estão tecnicamente empatados com menos de 9% das intenções de votos, atrás de Ronaldo Caiado, disparado na frente com 40%, segundo o Grupom/DM.

 

Zé Eliton em um discurso e entrevistas, criticou no começo desta semana a “utilização de cargos de governo como moeda de troca para conquistar apoio”. Disse que essa é uma “política arcaica” e que quem quiser ajudar Goiás deve pensar em ideias e propostas, não em vantagens.

 

Daniel Vilela pegou a deixa e respondeu nas redes sociais: “É propaganda enganosa. Zé Eliton abriu um balcão de negócios no Palácio das Esmeraldas ao assumir o governo, criou secretarias para entregar aos partidos para conseguir alianças e criou cargos para abrigar prefeitos e apaniguados”.

 

Quem tem razão? Os dois. Zé Eliton está certo: cargos públicos não deveriam ser usados para ganhar apoio. Mas Daniel foi ao ponto e também acertou: Zé Eliton trocou cargos por apoio, sim. Ao condenar um processo que ele pratica, soa hipócrita.

05 jun

Mensagem de Vilmar Rocha em grupos no WhatsApp cita a saída de Zidane do Real Madri, após ganhar o tricampeonato, e diz que em Goiás também “é melhor mudar para não seguir e fazer besteiras

O presidente do PSD Vilmar Rocha segue firme na sua cruzada contra o governador Zé Eliton, cuja candidatura à reeleição considera “inadequada” para Goiás.

 

Agora, Vilmar usa os grupos do WhatsApp (e também o Instagram) para disparar mensagens críticas sobre Zé Eliton. Na última, ele diz que “faço das palavras de Zidane as minhas. O técnico do Real Madri surpreendeu a todos ao anunciar a sua saída três dias depois de conquistar o tricampeonato europeu, alegando que para continuar vencendo é preciso ‘um novo discurso, uma nova metodologia’”.

 

Mais: “Zidane explicou várias vezes que sua decisão se dá pela necessidade da equipe ter um fato novo para as próximas temporadas. Chega um momento que é melhor mudar para não seguir e fazer besteiras”.

 

Em Goiás, segundo Vilmar Rocha, “a atitude e o discurso de Zidane vão exatamente de encontro ao que penso. Venho há tempos chamando a atenção dos valorosos companheiros da nossa vitoriosa base política: para continuar vencendo é preciso um ‘outro discurso, outra metodologia’. Um novo programa e uma agenda de progresso e que seja contemporânea e antenada com o futuro”.

 

É mais um recado para Zé Eliton.

05 jun

Três principais candidatos a governador, Caiado, Daniel e Zé Eliton ainda não tocaram em temas fundamentais como o desenvolvimento de Goiás ou a reestruturação administrativa do Estado

Aparecida não é modelo para um governo de Estado, como pretende Maguito Vilela que o seu filho Daniel faça se for eleito governador. Goiás precisa de um programa desenvolvimentista, precisa de um programa de reestruturação administrativa que não se limite a essa coisa vulgar de simplesmente extinguir órgãos e criar outros.

 

Dou um exemplo: Goiás precisa mesmo ser dono de um estádio de futebol? Por que não transferir o Serra Dourada para outros administradores? Goiás precisa de televisão e rádios, sem audiência, custeadas com dinheiro público? Por que não devolver as concessões da TBC e da RBC? Goiás precisa ser proprietário de empresa de ônibus que opera apenas em Goiânia e Goianira? Por que não transferir a Metrobus aos municípios? E por que manter o Estado na gestão do transporte coletivo municipal se a Constituição determina que cabe aos municípios a execução da política de mobilidade urbana?

 

São muitos os problemas estruturais que aguardam solução. Os três principais candidatos – Ronaldo Caiado, Daniel Vilela e Zé Eliton – não tocam no assunto. A eleição, até aqui, é certame de beleza.(Helvécio Cardoso, jornalista)

04 jun

Máquina de comunicação que Marconi montou em 20 anos e serviu para ganhar 5 eleições foi desmantelada por Zé Eliton em uma semana e substituída por um grupo sem experiência no setor público

Em 20 anos de hegemonia na política estadual, o ex-governador Marconi Perillo se esmerou na montagem de uma máquina de comunicação que ajudou a ganhar as cinco eleições majoritárias desse período.

 

Mas Zé Eliton assumiu em 7 de abril último e não precisou mais do que uma semana para passar uma régua nessa estrutura: substituiu muitos dos nomes que a integravam, afastou outros para a periferia do governo, esvaziou os que restaram e entronizou um grupo de profissionais sem experiência com o setor público.

 

Assim, em seus primeiros dois meses de gestão, Zé Eliton acumula erros nas suas redes sociais, desenvolve uma agenda que está longe de ser a ideal para um candidato, não responde aos ataques da oposição e dos dissidentes da sua base e não conseguiu ainda se posicionar para a próxima eleição.

 

Está mais para governador e menos para candidato. Não demonstra seguir um raciocínio estratégico e cumpre uma morna rotina administrativa. No último fim de semana, que teve quatro dias, a partir de quinta, data de Corpus Christi, só foi a um mini-evento, em Guarani, no nordeste goiano. Nem sequer apareceu na missa solene da Praça Cívica, abrindo espaço para Ronaldo Caiado, que foi e monopolizou as atenções. Nas redes sociais, passou o tempo postando fotos do ginásio Arena, onde a seleção de vôlei disputou partidas com times de outros países.

 

Está devagar, quase parando.

04 jun

“Marconi se afastou da base, após deixar o governo, para não ofuscar seu sucessor, mas agora ele precisa voltar com seu estilo agregador porque Zé Eliton não conseguiu manter as coisas como as recebeu”

São contundentes as avaliações do escolado Afonso Lopes, em seu blog, sobre o momento de dificuldades vivido pela base governista, onde é grande a expectativa pela volta do ex-governador Marconi Perillo às articulações políticas.

 

O que aconteceu? Na visão de Afonso Lopes, “a saída de Marconi Perillo da política estadual após sua desincompatibilização talvez tenha sido uma estratégia para facilitar o trabalho de Zé Eliton na sua consolidação não apenas como governador, mas também como articulador da base aliada estadual, que é a sua sustentação como candidato à reeleição. Certamente que a presença do ex tenderia a ofuscar decisivamente o novo governador”.

 

Mas “se correspondeu no campo administrativo, politicamente Zé Eliton não conseguiu manter as coisas como as recebeu”, escreve o traquejado jornalista. Daí, desafios se acumularam sem resposta, como a iminente saída do PP e a disputa entre Lúcia Vânia e Demóstenes Torres ela 2ª vaga ao Senado. Sem falar na estagnação nas pesquisas.

 

Afonso Lopes finaliza: “É possível que a culpa não seja de José Eliton, que paga um certo preço pelo aprendizado nessa lida diante de uma base aliada tão densa e extensa quanto complexa. A base estava acostumada com o estilo Marconi de ser, naturalmente agregador, e isso pode ter sido um choque inicial, e natural, quando houve a substituição”.

04 jun

Daniel diz há meses que está preparando “um projeto para Goiás”, mas até agora a única ideia nova que apresentou foi infeliz: transformar o Estádio Serra Dourada em shopping center

Daniel Vilela fala toda dia que está preparando uma “alternativa” ao governo que aí está. Pura retórica. Ninguém sabe que “alternativa” é essa. É apenas um chavão.

 

Sabe-se que uma junta de tecnocratas e marqueteiros iluminados está gestando seu “plano de governo”. Podem esperar que daí vem besteira.

 

Por exemplo: Daniel já propôs transformar o Estádio Serra Dourada em shopping center. Com uma jumental ideia dessa o jovem candidato espera passar por “inovador”. Por aí se aquilata o nível, rasteiro, da concepção que o moço tem de administração pública.(Helvécio Cardoso, jornalista)

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