Informações, análises e comentários do jornalista
José Luiz Bittencourt e convidados sobre política, cultura e economia

09 set

Destino de Daniel Vilela está selado, indica a pesquisa Serpes/O Popular: ao cair um pouco, ele vai ter que lutar para manter o seu patamar de 10% e sair da eleição como um bom nome para o futuro

A pesquisa Serpes/O Popular mostrou que o candidato a governador pelo MDB Daniel Vilela não tem chances de provocar nenhuma surpresa na presente eleição.

 

Espremido entre a liderança sólida de Ronaldo Caiado e a máquina governista que se esfalfa para manter Zé Eliton em 2º lugar, Daniel caiu de 9,2% na pesquisa passada para 8,6% na deste domingo.

 

Se tiver juízo, o emedebista ajustará a sua campanha, diminuirá a intensidade do discurso agressivo contra os adversários e se habilitará a sair da disputa em um honroso 3º lugar, quem sabe até 2º, como um nome limpo e destinado a voos futuros, tanto às prefeituras de Goiânia ou Aparecida quanto ao próprio governo de Goiás. Para isso, é essencial que fale mais baixo, abandone a linha demagógica que está sendo exibida nos seus programas de TV (são visitas caricatas as visitas a famílias necessitadas), abandone de propostas antiquadas como a volta da distribuição de pão e leite para quem precisa e, finalmente, reduza o tom das críticas aos concorrentes.

 

Para o eleitor, Daniel é simpático, bonito e inteligente. Mas… é verde demais e anda muito sozinho, na companhia apenas do pai Maguito Vilela. É a realidade e não adianta espernear. Melhor garantir a sobrevivência como um bom nome para amanhã.

09 set

Este blog afirmou que Zé Eliton é candidato sem brilho ou méritos para vencer e alguns leitores discordaram. Mas a dura verdade é essa: ele só está na disputa porque é o governador e nada mais

Em uma nota publicada há pouco, este blog avaliou que Zé Eliton é um candidato inapto para enfrentar uma eleição para governador do Estado porque “sem carisma, sem liderança, sem brilho e, o principal, sem méritos”.

 

Pelo menos dois leitores consideraram a colocação excessivamente agressiva e se manifestaram, via WhatsApp, argumentando que de fato o Zé (como foi batizado pelo seu marketing) não possui carisma ou liderança política, mas que, sim, como alguém que desenvolveu uma carreira de advogado bem sucedida, passou mais de sete anos como vice-governador e depois ascendeu à titularidade do cargo, tem, sim, “brilho e méritos”.

 

Agradeço a oportunidade para esclarecer a afirmação do blog. Zé tem brilho e méritos como advogado e até como vice-governador, papel que exerceu com correção, mas a partir da sua posse na governadoria apagou-se, submeteu-se ao papel de mero continuador de Marconi Perillo, não desenvolveu uma única ação digna de destaque (Alcides Rodrigues, em 2006, logo que assumiu lançou um plano de segurança que teve grande repercussão e deu brilho a ele) e ainda cometeu o erro de se arvorar em estadista preocupado em fazer o bem às pessoas e em desenvolver uma suposta “agenda da modernidade” – quando o seu primeiro ato, o mais simbólico de todos, foi nomear um cunhado de Marconi para o Tribunal de Contas dos Municípios.

 

Se foi um bom vice, tornou-se titular do cargo perdendo a personalidade e negando-se a mostrar independência depois que manteve a mesma envelhecida e desgastada equipe de vacas sagradas, digo, de auxiliares de Marconi. A falta de brilho, portanto, diz respeito ao seu desempenho pífio como governador, tanto que a sua gestão é considerada regular, ruim e péssima por uma média de 70% dos goianos, segundo as pesquisas.

 

Já a ausência de méritos diz respeito às qualidades exigidas de um candidato minimamente viável. Zé não entusiasmou a poderosa e ampla base comandada pelo PSDB porque foi imposto, sem se preocupar com qualquer legitimação política. Cinco partidos de expressão deixaram o conglomerado e se mudaram para a oposição. Zé tornou-se candidato goela abaixo dos tucanos apenas em razão de ser o governador. Não o fora, jamais seria. É por isso que afirmou-se aqui que não tem méritos, o que piora quando é comparado com o seu principal adversário, Ronaldo Caiado, que é um gigante não só da política estadual, como da nacional também.

09 set

Zé Eliton não decola e puxa Marconi e Lúcia Vânia para o buraco. Marconi é o mais rejeitado e intoxica a candidatura do Zé e de Lúcia. Chapa tucana é um desastre anunciado que pode levar todos à derrota

Um resultado que até então não era previsto nem como hipótese distante para o desfecho da eleição começa a ser admitido como possível, a partir da pesquisa Serpes/O Popular deste domingo, mostrando Zé Eliton estagnado e Marconi embolado com Jorge Kajuru, Lúcia Vânia e Vanderlan Cardoso na disputa pelo Senado. Além disso, trazendo o tucano-chefe como o nome mais rejeitado, dentre todos os candidatos majoritários.

 

A novidade que a pesquisa introduz é a perspectiva de derrota para toda a chapa liderada pelo PSDB. Zé puxa Marconi e Lúcia para o buraco. Marconi, com a sua monumental rejeição, enterra Zé e, ao se enfraquecer, abre caminho para Kajuru e Vanderlan, desidratando também Lúcia. Entre uns e outros, a chapa toda vai para o brejo.

 

Pois é isso que pode acontecer, a partir das revelações da pesquisa Serpes/O Popular. Um desastre anunciado como poucas vezes se viu em qualquer eleição, em qualquer parte do país.

09 set

Com a pesquisa Serpes/O Popular mostrando Caiado subindo e Zé Eliton estagnado, a pergunta é: cadê os resultados do trabalho dos mais de 200 prefeitos que estariam apoiando a campanha tucana?

Desde sempre que o governador Zé Eliton apregoa como vantagem especial o fato da sua candidatura ser apoiada por mais de 200 prefeitos, número, aliás, que nunca foi checado e ninguém sabe se corresponde à realidade ou não.

 

A julgar pelo desempenho bisonho do tucano nas pesquisas, esses 200 prefeitos ou não existem ou, se existem, não estão trabalhando para a eleição do Zé. Neste domingo, o instituto Serpes mostra, em O Popular, o crescimento de Ronaldo Caiado e traz o governador tucano, como sempre, atolado nos 10% das intenções de voto, empatado tecnicamente com Daniel Vilela – que não conta com uma fração do poderio dos recursos à disposição de quem representa a base comandada pelo PSDB.

 

Tudo indica que esse exército formado por mais de duas centenas de prefeitos não passa de mais uma ficção da campanha de Zé Eliton.

09 set

Caiado vence no 1º turno com 62,11% dos votos nominais válidos, o que representa uma colossal frente de 1.200.000 votos sobre Zé Eliton e Daniel Vilela, indica pesquisa Serpes/O Popular

O Popular fez as contas e informa, na edição deste domingo, que o índice de 42,3% obtido por Ronaldo Caiado na pesquisa Serpes publicada na edição deste domingo corresponde a 62,11% dos votos nominais válidos, suficientes com ampla margem de folga para garantir a vitória do candidato democrata no 1º turno.

 

Para sair vitorioso já no dia 7 de outubro, um candidato tem de contar com 50% mais 1 dos votos válidos – que excluem nulos e brancos. Os mais de 30 pontos de frente de Caiado sobre o 2º colocado, Zé Eliton, que teve 10,9%, correspondem  uma diferença maiúscula de 1.200.000 votos.

09 set

“Eleitor de Goiânia saberá reconhecer o trabalho do Tempo Novo”, disse Jayme Rincón há um mês. Mas, por esse critério, a resposta é negativa, porque, na capital, rejeição de Zé Eliton subiu de 20 para 26,6%

O único dado por região da pesquisa Serpes/O Popular, publicada neste domingo, é a rejeição dos candidatos a governador.

 

Nessa estratificação, os números referentes a Goiânia mostrma que o trabalho do coordenador tucano na capital, o presidente da Agetop Jayme Rincon, vem se caracterizando como um fiasco e até agora contribuiu, se é que teve algum efeito, apenas para aumentar a recusa ao nome de Zé Eliton entre o eleitorado goianiense.

 

Segundo o Serpes, Zé, que era rejeitado por 20% na rodada passada da pesquisa do Serpes, disparou e agora passou a 26,6%, o que coloca o seu nome em 1º lugar como candidato malvisto em Goiânia.

 

Rincón havia anunciado que esperava uma reversão dos índices em Goiânia, cujo eleitorado, segundo ele, “saberá reconhecer que o Tempo Novo tem serviços prestados aqui na capital”. Está aí o resultado.

09 set

Vitória de Caiado vai ser a mais afirmativa de todos os tempos da política em Goiás, mais que a de Iris em 1982 e muito mais que a de Marconi em 1998, por refletir o amadurecimento do eleitor goiano

Nunca, em tempo algum na política de Goiás, uma vitória eleitoral terá sido tão afirmativa como a que se avizinha para o senador Ronaldo Caiado, apontando na pesquisa Serpes/O Popular deste domingo como o único candidato em crescimento, já com mais de 62% dos votos nominais válidos – margem folgadíssima para vencer no 1º turno.

 

Até aqui, duas eleições foram marcantes para os goianos, ao trazer rupturas que foram benéficas para o Estado, desobstruíram os canais do poder e impulsionaram o seu desenvolvimento: a de Iris Rezende em 1982, quando se encerrou o ciclo dos governadores biônicos, e a de Marconi Perillo em 1998, exatamente sobre Iris, quando sobreveio uma renovação sem precedentes para a história da política estadual.

 

Mas a de Caiado, agora, será superior a essas duas, somadas. A solidez da pontuação do candidato democrata nas pesquisas e o seu crescimento, quando se pensava que havia chegado ao topo das intenções de voto, traduzem o amadurecimento do eleitor goiano ao se decidir conscientemente por uma mudança de rumo depois de 20 anos de um mesmo grupo no poder, sem se deixar seduzir pelo marketing. E escolhendo um governador com perfil único no país, sem manchas na biografia e dono de vasta experiência e projeção nacional. Será um espetacular salto para os goianos.

09 set

Base governista e Marconi cometeram erro fatal ao escolher Zé Eliton, é o que evidencia a pesquisa Serpes/O Popular: ele é um candidato sem carisma, sem liderança, sem brilho e, o principal, sem méritos

O equívoco fatal que a base governista e o tucano-chefe Marconi Perillo cometeram ao escolher Zé Eliton para representar o Tempo Novo na eleição vai custar caro – ou seja, o fim dos 20 anos de poder do grupo liderado pelo PSDB. Até mesmo Marconi, que está embolado com mais três candidatos nas pesquisas para o Senado, corre o risco de ser atingido e, caso seja derrotado, enfrentar um processo de aniquilação tanto pessoal quanto do seu grupo político.

 

A pesquisa Serpes/O Popular deste domingo, a mais importante desta eleição, pelo momento estratégico em que foi feita, indica que o Zé – criação ficcional de campanha – não cresceu um mísero ponto que seja. Não adiantaram os apregoados 200 prefeitos que estariam com ele, o fato de ter assumido o governo há cinco meses, o maior tempo no horário eleitoral ou o poderio da máquina governista: Zé atolou na faixa dos 10% das intenções de votos, onde está desde o início do ano, e daí não conseguiu sair, conforme o levantamento do Serpes, a 28 dias da eleição.

 

Candidato ruim de voto é assim mesmo. Mas fazer o quê? Na última hora, é impossível para qualquer Zé adquirir carisma, transformar-se em um líder, exibir brilho individual capaz de impressionar positivamente o eleitor e, sobretudo, provar que tem méritos para continuar governando Goiás por mais quatro anos, mesmo com as pesquisas que a sua gestão é reprovada pela maioria. O Zé, infelizmente para a base governista, é só um Zé fabricado que caiu no lugar errado.

09 set

Pesquisa Serpes/O Popular mostra 4 candidatos embolados na disputa pelas 2 vagas no Senado e deixa claro que Marconi, pela primeira vez, pode conhecer o gosto da derrota

A disputa pelas duas vagas ao Senado Federal está embolada entre quatro candidatos, segundo os números da pesquisa Serpes/O Popular publicada neste domingo.

 

No levantamento, que apura os efeitos da primeira semana da propaganda eleitoral na televisão e no rádio, Marconi Perillo tem 15,7%; Lúcia Vânia, 14,1%; Jorge Kajuru, 11,9%; e Vanderlan Cardoso, 11,5%. À exceção de Kajuru, todos mantêm os mesmos índices da pesquisa anterior, publicada no final de agosto: Marconi tinha 16%, Lúcia o mesmo porcentual e Vanderlan, 10,9%. O vereador aparecia em 4º lugar, com 7,2%.

 

O cenário mostra que o ex-governador Marconi Perillo, que é o campeão absoluto no quesito rejeição, pode, pela primeira vez em sua carreira política, experimentar o gosto de uma derrota em uma eleição. Veja, por exemplo, os números da pesquisa espontânea para o Senado, em que não é mostrada cartela com nomes ao eleitor: Marconi tem 5,9%; Kajuru, 5,8%; Lúcia, 5,6% e Vanderlan, 5%. É um quadro dramático para o ex-governador.

09 set

Pesquisa Serpes/O Popular confirma: Zé Eliton e Marconi são os candidatos majoritários mais rejeitados pelo eleitor goiano

A pesquisa Serpes/O Popular deste domingo confirma um fato preocupante para a base governista: Zé Eliton e Marconi Perillo são os candidatos majoritários mais rejeitados pelo eleitor goiano.

 

Ao propor aos entrevistados a pergunta “Em quem você não votaria de jeito nenhum?”, o Serpes apurou que, para governador, 19,1% responderam com o nome de Zé Eliton, que ficou, assim, em 1º lugar, seguido de Ronaldo Caiado com 17,2%, Kátia Maria com 15,6% e Daniel Vilela com 13,9%. Já para o Senado, Marconi Perillo ocupa disparado o 1º lugar em rejeição, com 32,6%. Muito distante, em 2º lugar aparece Lúcia Vânia, com 13,4%, Jorge Kajuru com 10,9%, Luís César Bueno com 10,7% e Vanderlan Cardoso com 10,1%.

09 set

Pesquisa Serpes/O Popular arrebenta com Zé Eliton e Daniel: com o início dos programas eleitorais na TV, Caiado sobe a 42,3% e coloca mais de 30 pontos à frente dos adversários

A pesquisa do instituto Serpes publicada pelo jornal O Popular, neste domingo, praticamente enterra as candidaturas de Zé Eliton e Daniel Vilela.

 

Após o início dos programas eleitorais na televisão e no rádio, Ronaldo Caiado subiu para 42,3% das intenções de voto (estava com 40,3 na rodada anterior), enquanto Zé Eliton permaneceu estagnado com 10,9% (10,1% antes), em empate técnico com Daniel Vilela no 2º lugar, este caindo para 8,6% (9,2% na pesquisa passada).

 

A margem de erro é de 3,5 pontos para mais ou para menos. A pesquisa foi realizada de 3 a 7 de setembro e, portanto, captou os efeitos dos oito primeiros programas e das inserções no rádio e televisão de cada candidato (o horário eleitoral começou no dia 31 de agosto).

08 set

Estratégia clara para evitar desgastes e tentar diminuir a rejeição: desde que o horário eleitoral na televisão começou, Zé Eliton já exibiu 8 programas, mas Marconi não apareceu em nenhum

Desde que o horário eleitoral na televisão foi iniciado, no dia 31 de agosto, o governador Zé Eliton já exibiu oito programas, mas em nenhum apareceu o ex-governador Marconi Perillo – criador do Tempo Novo e principal fiador da candidatura do Zé.

 

Duas verdades justificam a ocultação de Marconi pela campanha tucana: 1) ele é o candidato majoritário que tem a maior rejeição, com pesquisas mostrando que entre um terço e metade dos goianos declaram não votar no seu nome de jeito nenhum e 2) a cada vez que ele é visto ao lado de Zé Eliton, o candidato tucano perde votos ao ser identificado como preposto, fantoche, vassalo a serviço do desejo de eternização no poder de Marconi.

 

Em 2016, Vanderlan Cardoso foi candidato da base governista a prefeito de Goiânia e passou a campanha, no 1º e no 2º turnos, escondendo o apoio de Marconi. Não adiantou: a campanha de Iris Rezende insistiu em vincular Vanderlan ao então governador e o resultado foi que, como se sabe, Iris venceu.

 

Esse é o dilema, agora, da estratégia de Zé Eliton. Por um lado, Marconi é tóxico para ele. Por outro, sozinho o Zé é um nada, um zé ninguém na televisão falando que nasceu na pobreza e venceu na vida, “qualidades” insuficientes para vencer uma eleição. Quando ele exalta as “conquistas” dos últimos 20 anos, a associação com Marconi é imediata e aí tudo vai por terra.

 

E aí: vamos ver ou não Marconi no programa eleitoral do Zé?

08 set

Efeito positivo que Marconi teve para a eleição de Alcides, em 2006, repete-se agora para Zé Eliton, mas como tragédia, isto é, como influência negativa que puxa o candidato tucano para baixo

Em 2006, o outro vice de Marconi Perillo que se transformou em governador e também se candidatou ao mesmo posto, Alcides Rodrigues, foi praticamente arrastado pelo prestígio popular de Marconi, que havia deixado o governo com mais de 80% de aprovação e disputava o Senado com 77% das intenções de voto, segundo as pesquisas (início de setembro) da época.

 

O criador do Tempo Novo exibiu toda a sua força e levou o seu candidato a uma vitória consagradora. Ele mesmo venceu para o Senado com mais de 62% dos sufrágios.

 

Mas a roda da história girou. Tudo o que Marconi foi para Alcides ele é agora para Zé Eliton, porém com os sinais trocados. Dono de uma rejeição estratosférica – em algumas pesquisas, quase metade dos goianos declaram que não votam nele de jeito nenhum –, o ex-governador não pode fazer nada de positivo para o candidato do PSDB, a não ser… puxar para baixo.

 

O desgaste de Marconi e a sua influência deletéria na eleição, com ele próprio correndo o risco de uma derrota para o Senado, não são propriamente uma novidade. Mas os níveis alcançados, sim. Ele se transformou em uma cruz que o Zé está sendo obrigado a carregar, como o principal fator negativo da sua campanha. E que pode esmagá-lo nas urnas.

08 set

Serpes, neste domingo, 9, em O Popular, será a mãe de todas as pesquisas ao mostrar se funcionou o não a soma de tudo o que foi feito até agora pelos candidatos: ruas, redes sociais, debates e TV

Está confirmadíssima para este domingo, 9, a publicação de mais uma rodada do instituto Serpes, em O Popular. A pesquisa foi feita após o início dos programas eleitorais no rádio e na televisão e deve incorporar os efeitos, se é que os houve, das mobilizações de rua, das redes sociais e também dos debates realizados até agora.

 

Se o Serpes mostrar que tudo permanece como antes, com Ronaldo Caiado na liderança absoluta e, pior ainda, se revelar que o candidato do DEM cresceu, mesmo que pouco, o tempo se fechará para Zé Eliton e Daniel Vilela.

 

A 27 dias da data da eleição, são grandes as chances de que a pesquisa venha a enterrar, de vez, as candidaturas do tucano e do emedebista – daí a sua importância. Há sinais sólidos de que tudo ficará como dantes e de que Caiado pode até crescer alguma coisa: duas pesquisas publicadas na quinta e na sexta, a do Fortiori e a do instituto Signates, trouxeram números apontando para um cenário sem alterações, mas com ligeira elevação do democrata.

08 set

Carreatas são desperdício de tempo, estão sendo feitas por todos os candidatos há mais de 3 semanas, mas não dão resultado nenhum em termos de conquista de votos

A campanha de rua morreu. Em Goiás, há mais de três semanas que os candidatos a governador se empenham em carreatas, às vezes com centenas de carros integrando o comboio, e nada acontece nas pesquisas: Ronaldo Caiado continua como o 1º lugar absoluto, na faixa dos 40%, enquanto Zé Eliton e Daniel Vilela seguem humilhados com 10% cada um.

 

Veja o vídeo acima, leitor, recolhido do perfil no Instagram do ex-governador e ex-prefeito de Aparecida Maguito Vilela. Em Maurilândia, ele comanda uma carreata, que desfila pelas ruas… vazias. Apesar da barulheira, não há viva alma nas calçadas para, piedosamente, saudar a caravana.

 

A campanha de rua morreu

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