Informações, análises e comentários do jornalista
José Luiz Bittencourt e convidados sobre política, cultura e economia

26 set

Atenção: nova pesquisa do instituto Diagnóstico não será publicada nesta quinta no Diário da Manhã, mas sim no Jornal Opção online

A nova pesquisa do instituto Diagnóstico, de credibilidade inquestionável, não será publicada pelo Diário da Manhã, mas pelo Jornal Opção online, nesta quinta-feira, 27.

26 set

Na política, por solidariedade, carrega-se o caixão até a beira da cova, mas… não se pula lá para dentro com o defunto. É o que está acontecendo com a candidatura de Zé Eliton

Depois de anunciar que a chapa majoritária seria agrupada e que Zé Eliton, Raquel Teixeira, Marconi Perillo e Lúcia Vânia passariam a aparecer juntos nos eventos eleitorais, o QG tucano recuou e manteve, pelo menos no caso de Marconi, uma agenda totalmente em separado. Não há dúvidas que a campanha do fundador do Tempo Novo foi individualizada e, até certo ponto, assumindo ares de voo solo. .

 

Por exemplo: Marconi está protagonizando sozinho uma série de encontros com o segmento mais aguerrido do partido-líder da coligação, a juventude do PSDB. Nesta semana, houve uma reunião em Goiânia. E nesta quarta, outro em Rio Verde. Nos convites e na mobilização, não houve menção ao nome do Zé (e, de resto, ao de Lúcia Vânia também).

 

Sinais devem ser interpretados. Está claro que foi deflagrada uma operação para salvar Marconi da derrota total que se desenha no horizonte. E não há nenhuma deslealdade ou traição nesse ajuste de estratégia: se Marconi ficar sem mandato, o futuro do grupo tucano que manda em Goiás há 20 anos será o pior possível. Zé pode perder e Lúcia também, mas eles farão pouca falta. Não são indispensáveis como Marconi é.

 

Não à toa, o coordenador-geral da campanha da aliança comandada pelo PSDB é o presidente da Agetop Jayme Rincón, empresário sem empresa, de raciocínio frio e pragmático e marconista apaixonado. Sob sua orientação, por exemplo, o setor de comunicação já se voltou integralmente para a divulgação da candidatura de Marconi. Não que Zé Eliton tenha sido abandonado. Mas, digamos assim, claramente deixou de ser prioridade.

 

Na política, diz um ditado que cabe bem aos tucanos no presente momento de incerteza: por solidariedade carrega-se o caixão até a beira da cova, mas… não se pula lá para dentro com o defunto.

26 set

Próximas pesquisas trarão uma notícia dramática para a base governista: chances de eleição de Lúcia Vânia, ultrapassada por Kajuru e Vanderlan, são reduzidíssimas

As próximas pesquisas de credibilidade – Diagnóstico, no Diário da Manhã, Serpes, em O Popular, e Grupom, também no Diário da Manhã, com publicação prevista desta quinta, 27, até a próxima terça, 2 –  deverão trazer más notícias para a base governista: a reeleição de Lúcia Vânia ao Senado está comprometida.

 

A ascensão irresistível de Jorge Kajuru e Vanderlan Cardoso, que entraram em tendência de alta na reta final para o pleito, ultrapassando Lúcia e chegando ao empate técnico com Marconi Perillo, no 1º lugar, pela diferença de apenas um pontinho, segundo a última pesquisa Ibope/TV Anhanguera, derrubaram a senadora, que caiu para a 4ª posição e aparenta enfrentar dificuldades intransponíveis para chegar à vitória em sete de outubro. O novo cenário para a disputa pelas duas vagas senatoriais complicou também a vida do ex-governador Marconi Perillo, agora ameaçado de derrota.

 

Ao que tudo indica, Lúcia Vânia também é vítima do cansaço que o Tempo Novo provocou no eleitorado. E ela está há 16 anos no Senado, o que bate de frente com o clima de renovação que tomou conta do processo eleitoral em Goiás.

26 set

TV Record divulga nesta quarta-feira, à noite, mais uma rodada da pesquisa do Real Time Big Data sobre as eleições em Goiás

TV Record confirmou para esta quarta-feira, à noite, a divulgação de mais uma pesquisa do instituto Real Time Big Data sobre as eleições em Goiás.

26 set

Depois de mais de 7 anos como vice, 6 meses como governador, 45 dias de campanha de rua e um mês de programas de televisão, QG tucano diz que Zé Eliton não sobe porque… é desconhecido

Os principais envolvidos na campanha de Zé Eliton já estão à procura de desculpas para o fiasco do candidato.

 

Segundo o coordenador geral da campanha e presidente da Agetop Jayme Rincón, na coluna Giro, em O Popular, nesta quarta-feira, a estagnação do Zé nas pesquisas tem relação com o seu nível de conhecimento junto aos eleitores. “Quando ele se torna conhecido, ganha voto”, tartamudeia Rincón.

 

Anote aí, leitor: é mais uma desculpa esfarrapada da campanha tucana. Primeiro, porque aumentar o “nível de conhecimento” de um candidato não garante automaticamente a conquista de votos. Depois, Zé é muito, mas muito conhecido de todos os goianos. Foi vice-governador por mais de 7 anos, é governador há 6 meses, faz campanha de rua há 45 dias e tem visibilidade intensiva na televisão há cerca de um mês, em 10 pílulas diárias de 30 segundos e dois programas de mais de três minutos dia sim dia não.

 

Nenhum dos candidatos a governador de Goiás teve ou tem essa exposição. Rincón, espertamente, escondeu o mais importante: Zé tem crescido, sim, mas… no quesito rejeição. Esse é o único item das pesquisas em que ele, quanto mais conhecido fica, mais sobe.

25 set

Risco para Zé Eliton, agora, é ser ultrapassado por Daniel Vilela e terminar em 3º lugar: indicativo já veio na pesquisa Ibope, onde o emedebista marcou 12%, a um ponto de distância do Zé, que teve 13%

O candidato do PSDB a governador Zé Eliton está prestes a ser ultrapassado por Daniel Vilela e, assim, terminar a eleição em 3º lugar. Um indicativo nesse sentido veio da última pesquisa Ibope/TV Anhanguera, em que Zé teve 13% , em 2º lugar, seguido por Daniel, com 12%, em 3º lugar, diferença de apenas um ponto. Os dois, desde há muito tempo e conforme comprovado por todas as pesquisas de credibilidade, estão empatados tecnicamente na 2ª posição.

 

Daniel Vilela tem tudo a seu favor para saltar à frente do Zé: mesmo sem contar com uma fração do poderio da máquina governista e seu exército de militantes, mantém-se emparelhado com o governador em todas as pesquisas – o que mostra a resiliência do seu nome. Ao contrário, o tucano revela fraqueza e falta de pegada como representante da base governista. Zé não conseguiu absorver nem a metade do capital eleitoral do Tempo Novo, que, a julgar pelos índices de Marconi Perillo para o Senado, pode chegar a mais ou menos 30% dos votos.

 

Zé, se não cresceu até hoje, não o fará mais, uma vez que o seu fôlego, que mal chegou a existir, está esgotado, inclusive pela alta rejeição (é o 1º lugar nesse quesito, também em todas as pesquisas). Não é o caso do candidato emedebista, que se sustenta não só no apoio do partido, mas também em seus predicados pessoais e em correntes de opinião da sociedade. Pór isso, pode e deve subir.

25 set

Resultado das urnas, depois que a eleição passa, fica fácil de entender e explicar. Mas esta que está em andamento em Goiás é uma exceção à regra: desde já, dá pra saber o que vai acontecer e por quê

Depois que uma eleição passa e os resultados são proclamados, fica fácil, em retrospectiva, analisar o que houve e entender o veredito final das urnas.

 

Mas essa que está em andamento em Goiás é uma exceção a essa regra: desde já, não há dificuldades para compreender o que está se passando e qual tende a ser a decisão final do eleitor.

 

Depois de 20 anos de poder, o Tempo Novo de Marconi Perillo cansou os goianos. Mesmos nomes, mesma soberba, mesmos acertos e erros de sempre. Zé Eliton recebeu em carga pesada nas costas e, sem qualidades e força para levar o fardo adiante, vergou. A sua candidatura de continuidade não pegou. A cabeça do eleitor voltou-se para Ronaldo Caiado, sinônimo e garantia de mudança administrativa. Caiado, a 12 dias da data da eleição, continua onde sempre esteve, no 1º lugar das pesquisas, léguas à frente dos concorrentes. É ele que Goiás quer.

 

A derrota do Zé está posta na mesa. E agora ameaça também Marconi e Lúcia Vânia, o que representará uma faxina completa na velha política estadual. Como isso está acontecendo? Simples: os tucanos fazem campanha apresentando como trunfo o passado, prometendo fazer o que já foi feito e repetir tudo o de bom que houve nas últimas décadas – e o eleitor, que não é bobo, logo imagina: e tudo o que de ruim houve também. Sendo assim, basta. Chega. Vota-se pelo futuro e não com os olhos para trás, como exigem Marconi, Zé e Lúcia.

 

Viu, leitor? Não é fácil entender? Nem foram preciso muitas palavras. Marconi saiu do governo, em abril, com aprovação baixa. Zé está no governo com aprovação menor ainda. Quem é que vai dar mais quatro anos para um tipo de gestão que não agrada mais? Poizé… ooops, pois é, o resultado da eleição virá daí.

25 set

Eleição para o Senado embolou, Marconi e Lúcia perderam o favoritismo e já estão em empate técnico com Kajuru e Vanderlan: esta é a grande e verdadeira virada da eleição

O jornal O Popular publica matéria(print da manchete acima), nesta terça-feira, em que afirma que a eleição para o Senado está embolada entre Marconi Perillo, Jorge Kajuru, Vanderlan Cardoso e Lúcia Vânia, conforme apontam as últimas pesquisas.

 

Marconi e Lúcia, favoritos no início da campanha, perderam a condição. Pior: enfrentam a tendência de alta de Kajuru e Vanderlan, fenômeno perigosíssimo na reta final de eleições e que costuma dar a vitória a quem o protagoniza. Se houver alguma virada nesta eleição, ela está na disputa pelo Senado e não na corrida pelo governo, em que Ronaldo Caiado permanece bem à frente dos concorrentes, caminhando para vencer no 1º turno.

 

Na reportagem de O Popular, todos os quatro candidatos falam em ajustes nas suas respectivas campanha para atravessar os últimos dias que faltam até a data do pleito. Com exceção de Vanderlan , que parece seguro quanto ao que fazer e vai continuar expondo as suas propostas, os outros três parecem meio sem saber com exatidão como se conduzir. Marconi fala em responder aos ataques que vier a sofrer, o que já fez e não deu resultado, Kajuru diz que vai aprofundar um discurso de alto nível e Lúcia Vânia garante que, se for para ganhar denegrindo adversários, prefere perder. Em resumo: eles estão no olho do furacão e não têm uma saída à vista.

25 set

Militância tucana conclui que Zé Eliton não nasceu para a política, esfria com a campanha ao governo e joga todas as suas forças na tentativa de salvar Marconi do naufrágio iminente

Não há como disfarçar: um clima de desânimo tomou conta da campanha de Zé Eliton, que não reage nas pesquisas e não consegue mostrar a mínima viabilidade eleitoral, já na reta final para o dia da eleição. Desde a publicação do Ibope/TV Anhanguera, revelando uma disparada de Ronaldo Caiado, com 47% das intenções de voto, que o moral das tropas governistas baixou.

 

Um militante apaixonado – mas que recebe para participar da campanha – disse a este blog que não adianta insistir com um candidato que “não nasceu para a política”. Essa, digamos assim, é uma opinião que reflete a média do que está na cabeça da maioria dos envolvidos com a candidatura do Zé – ele não é do ramo.

 

Ainda que discretamente, o exército tucano, que segue respeitável na sua capacidade de trabalho e no seu tamanho, inclina-se para um esforço de salvação da candidatura de Marconi Perillo ao Senado, hoje ameaçada pela arrancada de Jorge Kajuru e Vanderlan Cardoso, conforme mostraram as últimas pesquisas.

 

É uma questão de realismo. Na manhã desta terça-feira, no Centro Cultural Oscar Niemeyer, a juventude do PSDB – o segmento mais aguerrido do partido – promove um evento de mobilização, mas… só com Marconi. Zé já era.

25 set

Tem alguma coisa errada: em plena terça, horário de expediente, Zé Eliton vai passar a tarde fazendo carreatas no interior

O governador Zé Eliton viaja depois do almoço para o interior, para participar de três carreatas de campanha – em pleno horário de expediente.

 

Pelo que se sabe, a conduta é vedada pela legislação eleitoral: funcionários públicos não podem fazer campanha nos seus respectivos períodos de trabalho. Pelo sim, pelo não, a agenda do Zé, com o horário dos eventos, na tarde desta terça-feira, foi postada nas redes sociais e depois apagada. Mas está no site do Jornal Opção (veja acima)

25 set

Achar que já estava eleito e se arvorar em enfrentar Caiado para empurrar Zé Eliton foi o equívoco que agora está custando caro a Marconi, a um passo de perder o Senado para Kajuru e Vanderlan

Faltou autocrítica ao ex-governador Marconi Perillo quando, no início da campanha, acreditou que já estava vitorioso para o Senado e tinha força suficiente para se dar ao luxo de enfrentar Ronaldo Caiado e garantir a eleição Zé Eliton para o governo de Goiás.

 

Marconi não percebeu duas realidades que saltavam evidentes nas pesquisas da época: seus índices de intenção de votos estavam baixos e sua taxa de rejeição muito alta. Se, no passado ele se elegeu com facilidade para o Senado (2006) e praticamente “nomeou” seu vice Alcides Rodrigues como governador (também em 2006), agora toda essa energia política e eleitoral não passava de uma sombra do que já fora.

 

Ao partir para cima de Caiado, falando mal até da sua família, Marconi esbarrou na poderosa blindagem do candidato democrata, conferida pela sua inconteste liderança nas pesquisas. Os ataques foram e voltaram. De resto, Caiado não era adversário de Marconi, que, para se eleger ao Senado, deveria ter se conscientizado de que precisaria também de parte dos eleitores caiadistas, que são maioria, e poderiam votar nele, Marconi. A couraça do ex-governador tucano, já fragilizada pela fadiga de 20 anos de poder, não resistiu a esse equívoco. Não caiu nas pesquisas, mas a rejeição cresceu. E aí apareceram Jorge Kajuru e Vanderlan Cardoso…

 

O resultado é que, hoje, Marconi está a um passo de perder o Senado. Desenvolve uma campanha errática, com altos e baixos, passou a brigar com as pesquisas e ainda não conseguiu mostrar que está preocupado com a sua própria candidatura, já que não larga da alça do caixão do Zé. À beira da sepultura, parece disposto a pular lá dentro com o defunto.

25 set

Derrotado, Zé Eliton vai repetir a saída de Naphtaly Alves e tentar se enfiar no Tribunal de Contas do Estado, mas dessa vez a história se repetirá como farsa e ele não passará na Assembleia

Amigos e áulicos do governador Zé Eliton já dizem em voz baixa que ele foi sacrificado com uma candidatura a governador que trouxe junto o fardo dos desgastes de 20 anos de poder e não tinha como dar certo. Por isso, mereceria uma atenção especial quanto ao seu futuro e para isso a melhor solução seria a sua nomeação para uma vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado.

 

Essa fórmula foi adotada em 1998, quando Iris Rezende perdeu a eleição e o então governador Naphtaly Alves, que havia assumido o posto em substituição a Maguito Vilela (que se candidatou ao Senado e ganhou), mandou uma mensagem para a Assembleia Legislativa indicando o seu próprio nome para o TCE.

 

Mas agora, se a história se repetir, será provavelmente como farsa. Primeiro, porque não há vagas à vista no tribunal. Para que uma venha a ser aberta, algum dos conselheiros teria que se aposentar por motivos de saúde e isso seria submetido a intenso escrutínio público. Não há margem para isso aconteça, a não ser que se trate de um caso real, sem sombra de dúvidas médicas.

 

Depois, o balanço de forças na Assembleia Legislativa, onde a nomeação teria que ser aprovada, não favorece mais o governo. Muitos deputados mudaram de lado e passaram a apoiar Ronaldo Caiado. Outros, em grande número, estão tremendamente insatisfeitos com Zé Eliton, que cortou a prometida ajuda de campanha que seria dada aos que são candidatos à reeleição. Por último, haverá um governador eleito na praça e ele, no auge do seu poder, só teria que mexer os dedos para impedir a condução do seu antecessor ao TCE.

 

O futuro do Zé, portanto, não passa por uma confortável aposentadoria como conselheiro de contas. Mais fácil prever que ele voltará à sua banca de advocacia eleitoral.

24 set

Zé Eliton já sabe que vai perder no 1º turno. E que Jorge Kajuru e Vanderlan Cardoso estão em 1º e 2º lugar na disputa pelo Senado, com Marconi em 3º e Lúcia Vânia em 4º

Pousou sobre a mesa principal do Palácio das Esmeraldas a chamada pesquisa definitiva, aquela que antecipa, devido às margens apresentadas, a poucos dias do pleito, o resultado da eleição.

 

Zé Eliton, portanto, já sabe que perde no 1º turno. Mas isso não é novidade. O que causou impacto é que Jorge e Kajuru e Vanderlan Cardoso estão consolidados em 1º lugar na disputa pelo Senado, continuam em tendência de alta e escantearam Marconi Perillo e Lúcia Vânia para o 3º e 4º lugares. Esse cenário toma contornos de coisa irreversível.

 

Um candidato a deputado federal que esteve no Palácio e viu a pesquisa e comentou com este blog: “Graças a Deus não deixaram eu sair candidatar a senador”.

24 set

Zé Eliton vive o autoengano que ajuda a caminhar mais rápido para a derrota: no Instagram, diz que “a pesquisa Directa mostra o que sentimos ao andar por Goiás: clima de virada…”. É pura ilusão

O autoengano da base governista ao negar a realidade mostrada pelas pesquisas de credibilidade e assumir a crença exclusivamente nos levantamentos do instituto Directa, o único que aponta crescimento de Zé Eliton e dá a ele espetaculares 26,7% de intenções de voto (e o transforma em fenômeno eleitoral digno de chamar a atenção do país), parece não ter limite.

 

Nesta segunda-feira, o próprio governador Zé Eliton gastou o precioso espaço das suas redes sociais para reproduzir os números do Directa e ainda acrescentou: “A pesquisa Directa divulgada nesta segunda-feira mostra exatamente o que sentimos ao andar por Goiás: clima de virada, vontade manter Goiás no caminho do desenvolvimento. Os goianos estão com a gente. É Zé Eliton no 2º turno, rumo à vitória! Vamos que vamos!”.

 

De imediato, o post foi comentado por mais de 100 internautas, um grande número questionando a pesquisa e alguns até debochando. Na verdade, não há “clima de virada” algum, uma vez que a pesquisa do Directa não se alinha com a média dos principais institutos que estão trabalhando em Goiás nesta eleição – todos apontando o governador-candidato com 10 a 13% de intenções de voto, dentro da margem de erro de cada um, portanto, geralmente de três a três pontos e meio para cima ou para baixo. Qualquer índice fora daí é mera manipulação ou, falando com generosidade, algum tipo de equívoco incorporado pela pesquisa – e isso até agora só aconteceu nos levantamentos do Directa.

 

Autoengano só ajuda a perder a eleição.

24 set

Reta final obriga campanhas de Zé Eliton e Daniel a parar de atacar Caiado, no rádio e televisão, para não correr o risco de direitos de resposta ou cortes punitivos nos últimos programas

A reta final da eleição – que será realizada daqui a 12 dias – obriga as campanhas de Zé Eliton e Daniel Vilela a parar de atacar Ronaldo Caiado, o líder absoluto das pesquisas, para fugir de punições como o direito de resposta ou a suspensão dos seus programas no rádio e na televisão.

 

Zé Eliton, em especial, aprendeu que as decisões da Justiça Eleitoral, quanto à utilização do horário eleitoral para críticas mais pesadas e desrespeitosas, podem ter gosto amargo. A sua campanha foi punida várias vezes por exagerar no tom contra o adversário democrata e perdeu mais de 40 pílulas no rádio e na televisão, teve um programa retirado no ar na TV, outro parcialmente cortado no rádio e ainda ganhou uma multa de R$ 105 mil reais.

 

A partir de agora, todo cuidado é pouco. Como só faltam cinco dias de programas, qualquer erro na dosagem das críticas a Caiado pode acabar em perda de tempo ou em direitos de resposta e assim prejudicar os programas finais de Zé e Daniel Vilela, em especial o último, que são essenciais para uma despedida e um fechamento adequado da campanha.

Página 30 de 108« Primeira...1020...2829303132...405060...Última »