Informações, análises e comentários do jornalista
José Luiz Bittencourt sobre política, cultura e economia

Paraná Pesquisas: com mais da metade mais 1 dos votos válidos, Daniel pode vencer no 1º turno

29 de setembro de 2026

Convertidos em votos válidos, os índices da pesquisa do instituto Paraná, divulgada neste início de semana, apontam para a possibilidade da reeleição de Daniel Vilela (MDB) em 1º turno. A exemplo de levantamentos anteriores, Daniel fica acima da margem estabelecida pela Justiça Eleitoral, que é de 50% mais 1 dos votos, descontados os brancos e nulos. Além disso, Daniel mantém uma distância de 27 pontos sobre Wilder Morais (PL), o 2º, com 18,5%, agora tecnicamente está empatado com Marconi Perillo, o 3º, com 18,4%. A base governista, na reta final, colocou todo o seu poderio em campo em um esforço concentrado para liquidar a fatura logo no próximo dia 4 de outubro.

27 de setembro de 2026

Wilder fracassou: pesquisa Quaest mostra Daniel com o dobro dos votos bolsonaristas na reta final

A reeleição do governador Daniel Vilela (PL) tem a preferência maciça do eleitorado de direita não-bolsonarista e de direita bolsonarista em Goiás. É o que indicam os números da última pesquisa da Quaest, de confiabilidade incontestável. Segundo a Quaest, Daniel cresce nesses segmentos na reta final, enquanto Wilder perde intenções de voto. Tudo isso significa que não há base real para a realização do sonho de Wilder Morais, qual seja a chegada de um milagroso surto bolsonarista, às vésperas da data das urnas, para garantir um bom resultado nos relatórios do TRE. O candidato do PL fracassou.

25 de setembro de 2026

Debates expõem Wilder como “serial killer” da Língua Portuguesa

Está comprovado que os debates entre candidatos perderam influência sobre a decisão de voto do eleitorado. No caso de Goiás, já se realizaram vários, todos sem repercussão, porém servindo pelo menos para levar a uma conclusão: um dos postulantes ao Palácio das Esmeraldas, Wilder Morais, não sabe se expressar com clareza, tem dificuldades para encadear palavras e frases e fala como um verdadeiro “serial killer” da Língua Portuguesa. E o pior é que é senador da República, sentado em uma cadeira já ocupada por filhos ilustres e iluminados de Goiás. O candidato do PL precisa urgentemente contratar um professor particular (de 1º Grau já ajudaria) para cessar a agressão aos ouvidos das goianas e dos goianos e deixar de dar vexame público quando abre a boca.

25 de setembro de 2026

Pesquisa Quaest arrasa a oposição: só Daniel cresceu e em todos os quesitos

A nova pesquisa Quaest sobre a disputa pelo governo do Estado fulmina a oposição: o governador Daniel Vilela (MDB) é o único a crescer acima da margem de erro, passando de 37%, em agosto, para 42% agora, a milímetros de uma vitória no 1º turno. Marconi Perillo (PSDB) caiu para 19% e Wilder Morais (PL) subiu para 15% (lembrando; dentro da margem de erro, de 3 pontos para mais ou para menos). De cabo a rabo, a pesquisa é altamente favorável à reeleição de Daniel, ainda mais ao registrar uma alta na aprovação do seu governo de 64%, em agosto, para 68%, agora – quando se sabe que governantes bem avaliados costumam garantir com facilidade mais um mandato. Tudo isso a 10 dias da data da votação.

24 de setembro de 2026

O festival de besteiras que assola as eleições deste ano em Goiás(3)

Faltam 10 dias para as urnas que vão decidir sobre quem governará Goiás a partir de 1º de janeiro de 2027. Há muita desinformação circulando e, sobretudo, conclusões disparatadas erradamente extraídas dos fatos objetivos. Mais uma vez, este blog segue com a compilação das “besteiras” que não param de ser ditas sobre as eleições: a mentira do Estado “quebrado”, a afirmação de que o 2º turno, se houver, levará à vitória de um candidato da oposição, a acusação de que a campanha de Daniel Vilela comprou as pesquisas (sem nenhuma prova) e a tese furada da campanha de Wilder Morais de que ele é o único nome da direita e que até o ex-governador Ronaldo Caiado é de esquerda. Confiram, leitoras e leitores.

23 de setembro de 2026

Dito e feito: Marconi caiu para o 3º lugar e não é surpresa

A pesquisa divulgada nesta semana pela Real Time Big Data confirmou o levantamento anterior da Atlas/Intel: com Daniel Vilela (MDB) consolidado na liderança isolada, Marconi Perillo (PSDB) caiu do 2º para o 3º lugar, em uma troca de posições com Wilder Morais (PL). Trata-se de um movimento previsto desde o início da campanha, diante da falta de estrutura total da candidatura de Marconi – sem partidos, sem apoio de lideranças, com apenas 30 segundos no horário gratuito do rádio e televisão e, de resto, cavalgando uma rejeição monumental (entre 40 e 50% do eleitorado não votam nele de jeito nenhum). Não poderia dar certo. E não deu.

21 de setembro de 2026

Senado: Gracinha mantém a liderança, enquanto Gayer e Zacharias Calil disputam a 2ª vaga

A pouco mais de 10 dias para as urnas, o cenário para as 2 vagas no Senado por Goiás está praticamente definido a favor da ex-primeira-dama Gracinha Caiado (UNIÃO), uma, e outra ainda em disputa entre os deputados federais Gustavo Gayer (PL) e Zacharias Calil (MDB), com o senador Vanderlan Cardoso (PSD) e o ex-prefeito Gustavo Mendanha (PRD) fora do jogo. Importante: a cada pesquisa, Zacharias Calil avança, enquanto Gayer segue estagnado, mesmo porque só capta votos bolsonaristas, enquanto o adversário é um nome universalizado – que, inclusive, já tem cara de senador e mostra compreensão do papel de alguém que pode se sentar na mais alta Câmara Legislativa do país: “Cuidar das pessoas, defender Goiás”, diz o slogan de campanha do doutor.

19 de setembro de 2026

Campanha errática e agressiva faz Marconi derreter

Parece irreversível a queda do ex-governador Marconi Perillo (PSDB) no ranking das pesquisas, ou seja: do 2º para o 3º lugar, ou, quem sabe, até mesmo para a 4ª posição. Esse é o preço a ser pago por uma candidatura sem bases sólidas, isolada, sem estrutura, sem tempo de rádio e televisão e massacrada por índices elevados de rejeição. Já pintaram no horizonte os primeiros levantamento apontando para a ladeira abaixo aberta à frente de Marconi, como resultado final de um acúmulo de erros e de uma campanha errática e agressiva, com a transferência das intenções de voto, por enquanto, para o líder Daniel Vilela e o segmento dos indecisos.

18 de setembro de 2026

Wilder na CBN/O Popular é desastre de comunicação e só serve para comprovar despreparo

Foi desastroso o desempenho de Wilder Morais (PL) na sabatina da CNN/O Popular com os candidatos ao governo de Goiás. Em meio a uma inacreditável enxurrada de erros de português e de concordância, Wilder não conseguiu responder aos questionamentos dos repórteres da rádio e do jornal, nem minimamente. Dos 4 pretendentes ao Palácio das Esmeraldas, foi o que se saiu pior. Aliás, muito pior. Ficou a impressão de que até uma criança de escola de 1º grau seria capaz de falar com mais clareza e sem ferir de morte a última flor do Lácio. Os dificuldades de raciocínio e o despreparo do senador ficaram evidentes.

17 de setembro de 2026

Pesquisas locais de credibilidade média ou baixa trazem Wilder ultrapassando Marconi

Institutos locais que ainda estão construindo a sua credibilidade, como o Igape – Instituto Gazeta de Pesquisas – e o Goiás Pesquisas – vinculado ao site Mais Goiás – já dão Wilder e Marconi em empate técnico no 2º lugar, com o agravante, para Marconi, de que Wilder vem ascendendo aos poucos e o seu concorrente, caindo. Mas o fôlego de Wilder é curto, limitado pela falta de preparo mostrada em suas falas públicas, pelo racha interno do seu partido, o PL, pelo pouco tempo no rádio e na televisão e, por fim, e pelas gafes que não para de cometer, como a defesa do uso de câmeras corporais por policiais. Em tempo: nas pesquisas de institutos de reputação irretocável, como Quaest e Paraná, esse movimento ainda não foi detectado.

16 de setembro de 2026

Hipótese de eleição para governador de Goiás definida no 1º turno continua de pé

Faltando praticamente 2 semanas para a data das urnas, a hipótese da reeleição do governador Daniel Vilela (MDB) em 1º turno continua de pé, atestada por todas as pesquisas de credibilidade – algumas com folga de votos válidos, com Daniel alcançando mais de 56%, outras no limite da margem de 50% mais um dos votos. O peso dominante da eleição presidencial, uma das mais acirradas da história do Brasil, pode levar o eleitorado de Goiás à decisão coletiva de encerrar a disputa pelo Palácio das Esmeraldas sem necessidade de 2º turno, liberando as atenções da população para o confronto nacional entre direita e esquerda. É o que pode acontecer, ainda mais com a força da campanha de Daniel Vilela, sob o impulso do poder de mobilização da base governista e mais da metade do tempo de propaganda no rádio e televisão.

15 de setembro de 2026

Crise do STF esfria a campanha em Goiás e ajuda no favoritismo de Daniel Vilela

A crise do Supremo Tribunal Federal é o assunto dominante de todas as conversas. Atrai todas as atenções e tira o foco das eleições correntes em Goiás, a não ser no caso da disputa das 2 vagas no Senado (que têm a ver com o impeachment futuro de ministros da Corte). A campanha para o governo estadual, daí, tornou-se morna, senão fria, sem grandes lances, o que beneficia a reeleição do governador Daniel Vilela (MDB) e reduz o espaço dos adversários Marconi Perillo (PSDB), Wilder Morais (PL) e Luis Cesar Bueno (PT) – que não desenvolvem agendas consistentes, não têm espaço significativo no rádio e na televisão e não conseguem esquentar o debate eleitoral.

14 de setembro de 2026

Erros e acertos do marketing dos candidatos a governador na televisão

Os candidatos ao governo de Goiás só têm mais 3 semanas de visibilidade no horário eleitoral do rádio e da televisão. Como eles estão se saindo até agora? Já é possível uma avaliação das estratégias de cada um e dos caminhos que seus marqueteiros resolveram seguir para se comunicar com o eleitorado através do mais potente instrumento de divulgação dos seus nomes, ideias e propostas. Confiram, leitoras e leitores, um primeiro balanço analítico dos programas de Daniel Vilela (MDB), Marconi Perillo (PSDB), Wilder Morais (PL) e Luis Cesar Bueno (PL).

11 de setembro de 2026

Aprovação elevada de Daniel Vilela fez a oposição perder o discurso e o rumo

A disputa pelo governo de Goiás segue fria e sem novidades. O governador Daniel Vilela (MDB) não só lidera a corrida, como aumenta a sua pontuação a cada pesquisas, enquanto os adversários Marconi Perillo (PSDB), Wilder Morais (PL) e Luis Cesar Bueno (PT) mal se mexem, esmagados pela avassaladora aprovação popular apurada pelos institutos de credibilidade para o governo Daniel (72,8% na pesquisa Paraná, divulgada nesta sexta, 11 de setembro). Quase na reta final, a eleição em Goiás parece irreversivelmente definida e só uma hecatombe seria capaz de mudar o resultado previsto – a reeleição de Daniel Vilela.

10 de setembro de 2026

Omissão de Wilder deixa Flávio Bolsonaro sem campanha em Goiás

O candidato a presidente do PL Flávio Bolsonaro tornou-se vítima da inação do senador Wilder Morais, seu candidato a governador de Goiás e responsável maior pela sua campanha no Estado. Mas Wilder, cuja inércia começa por prejudicar ele próprio e depois todos os que estão concorrendo pelo seu partido, inclusive a deputado federal e Estadual, não faz nada e se limita a programas de 1 minuto e 18 segundos no horário eleitoral no rádio e na televisão, além de visitas formais a autoridades – como o arcebispo de Goiânia Dom João Justino – que não podem declarar apoio a políticos. Ninguém entende a postura desanimada de Wilder porque, dinheiro, ele tem, o dele e mais R$ 10 milhões que o PL mandou para Goiás.

9 de setembro de 2026

Maior dúvida da eleição é se Marconi vai conseguir escapar da queda para o 3º ou 4º lugar

A pouco mais de 20 dias para a data das urnas, a corrida pelo governo de Goiás continua balizada pelo favoritismo do governador Daniel Vilela – enquanto o ex-governador Marconi Perillo e o senador Wilder Morais parecem se engalfinhar pelo 2º lugar. A má notícia, para Marconi, é que já apareceram pesquisas apontando Wilder em 2º, empurrando o ex-governador ladeira abaixo. Explica-se: Marconi entrou imprudentemente em uma eleição para a qual não tinha nenhum trunfo, enquanto Wilder pelo menos conta com a possibilidade de conquistar o voto dos 20% de bolsonaristas que existem em Goiás (e que hoje em sua maioria preferem Daniel). Se perder o 2º lugar, o ex-governador sairá desmoralizado e talvez inabilitado para qualquer projeto político futuro.