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José Luiz Bittencourt sobre política, cultura e economia

30 maio

Com o PSD dividido, o PP de saída para apoiar Daniel e o PTB e o PSB esperando pelo nome à 2ª vaga ao Senado, “coligação de Zé Eliton só tem certos até agora o PSDB e uma cambulha de partidos nanicos”

A análise é do colunista Divino Olávio, do Diário Central: Zé Eliton tem problemas demais na sua base, mas não age para resolver. Um exemplo é a escolha de Sofia que ele tem de fazer entre Lúcia Vânia e Demóstenes Torres, para a 2ª vaga ao Senado, sabendo que a preferência por um significa o rompimento com o outro. Se optar pela senadora, perde o apoio do PTB, se ficar com Demóstenes, perde o PSB que, de quebra ainda leva o PPS do deputado-sobrinho Marcos Abrão.

 

Somando-se a essa situação o PSD, dividido entre os deputados do partido e o presidente Vilmar Rocha, e o PP, que está de saída da base governista para apoiar Daniel Vilela, “Zé Eliton só tem apoio certo até agora do PSDB e de uma cambulha de partidos nanicos”, arredonda Divino Olávio.

 

O veterano jornalista dá um conselho ao governador: daqui até as convenções, melhor dormir de olhos bem abertos.