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José Luiz Bittencourt sobre política, cultura e economia

26 ago

Ataques rasteiros a Caiado não furaram a blindagem que vem da sua forte liderança (40,1% na pesquisa Serpes/O Popular) e voltaram-se contra Zé Eliton e Marconi, que agora são os mais rejeitados

A estratégia adotada pelo governador Zé Eliton e pelo ex Marconi Perillo, de disparar pesados ataques a Ronaldo Caiado, com acusações à sua família e a disseminação da falsa notícia de que ele, em seus mandatos parlamentares, nunca fez nada por Goiás, voltou-se contra os dois tucanos.

 

Não só a artilharia não penetrou a robusta blindagem de Caiado (segundo a pesquisa Serpes/O Popular deste domingo, ele está disparado em 1º lugar, com 40,1% das intenções de voto e ganha no 1º turno) como os disparos acabaram se voltando contra Zé Eliton e Marconi, que, na mesma pesquisa, aparecem em 1º lugar no quesito rejeição, um para governador e outro para senador.

 

Enquanto isso, a rejeição a Caiado caiu 5,5 pontos. A de Zé Eliton cresceu quase 3 pontos. A de Marconi aumentou alguns décimos, mas subiu. De todos os candidatos a cargos majoritários nesta campanha, os dois são os mais rejeitados.

 

Campanha de ataques rasteiros pode funcionar no resto do país, mas, em Goiás, nunca deu certo. Está aí mais uma prova.