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José Luiz Bittencourt sobre política, cultura e economia

06 ago

Com a candidatura de Zé Eliton, base governista perde metade do tamanho e fica com apenas 10 partidos, que devem cair para 9 com o veto da direção nacional da Rede à coligação com o PSDB em Goiás

Em outras campanhas, a base governista chegou a se apresentar nas eleições com uma frente de 19 partidos. Mas eram os tempos em que a forte liderança e capacidade de articulação de Marconi Perillo faziam a diferença.

 

Agora, sob a candidatura de Zé Eliton a governador, os antigamente sólidos pilares partidários do Tempo Novo se esboroaram: três partidos grandes, um médio e um pequeno, pela ordem PP, PRB, PDT, PROS e PHS, abandonaram o barco e se transferiram para a oposição, em uma incontrolável onda de defecções que reduziu a base governista à metade do seu antigo tamanho – 10 partidos, conta do próprio Palácio das Esmeraldas que inclui equivocadamente a Rede, legenda que não estará presente na coligação liderada pelos tucanos porque a sua direção nacional vetou a aliança (estatutariamente, a Rede não pode apoiar candidatos que respondam a processos por improbidade, caso de Zé Eliton). Serão, portanto, apenas nove: PSDB, PSB, PTB, PSD, PR, PPS, PV, Solidariedade e Avante.

 

Ronaldo Caiado será o candidato com mais partidos ao seu lado: 13 (DEM, PDT, PROS, PRP, DC, Podemos, PMN, PMB, PPL, PRTB, PSC, PTC e PPL). Daniel Vilela deve ir com quatro: MDB, PP, PRB e PHS.