Informações, análises e comentários do jornalista
José Luiz Bittencourt sobre política, cultura e economia

12 mar

Secretários de fora viajaram para casa no carnaval e muitos até hoje não reassumiram, como a professora Fátima Gavioli – ela e o grande número de assessores que foi importado de Rondônia

Uma consequência do grande número de secretários que o governador Ronaldo Caiado trouxe de fora é que, no final das contas, todos eles aproveitam feriados e demais oportunidades – como o carnaval, que não é feriado oficial – para viajar para as suas casas espalhadas por todo o país.

 

Com a prolongada paralisação das festas de Momo, muitos deles se abalaram para os seus Estados de origem e, como por exemplo a professora Fátima Gavioli, titular da Secretaria da Educação, até hoje não retornaram ao batente.

 

Mais grave: junto com Gavioli, em um fenômeno repetido nas demais pastas, viajaram também os assessores que cada um trouxe e continua trazendo de outra regiões do Brasil. Na Educação, pelo menos seis cargos de importância foram ocupados por convidados que vieram de Rondônia, Estado onde a atual secretária desenvolveu a sua carreira profissional e esteve em igual posição: Márcia Matheus Teixeira Gouveia, que ficou com o cargo mais importante depois da secretária, ou seja, a Superintendência Executiva; Etel de Souza Júnior, superintendente de Gestão, Planejamento e Finanças; Giordani dos Santos Lima, superintendente de Gestão de Pessoas; Carla Simone Oliveira Nóbrega, gerente de Melhoria de Processos e Capacitação de Recursos; Pedro Aurélio Gusman de Figueiredo, superintendente de TI; e Thais Gomes Monvailer, chefe do Núcleo de Integração de Dados e Informações Estratégicas (mas, na verdade, encarregada das redes sociais de Fátima Gavioli, em desvio de função para se habilitar a um salário maior, infelizmente ocupando um cargo chave para os objetivos da Seduce). Do menor, que é a chefia de Núcleo, até o maior, a Superintendência Executiva, esses rondonianos recebem salários entre R$ 10 a 18 mil mensais.

 

Resta saber se essas viagens estão sendo custeadas pelo Estado.