Pesquisas começam a reconhecer: gestão de Mabel já melhorou Goiânia
A olhos vistos, viver em Goiânia tornou-se uma experiência melhor em 2025, primeiro ano da gestão do prefeito Sandro Mabel. Não há como negar que o trânsito tornou-se mais fluido, possibilitando cruzar sem interrupção quilômetros em zonas antes sobrecarregadas de veículos, graças ao novo e inteligente sistema de onda verde nos semáforos, dentre outras inovações. Em matéria de limpeza urbana, há muito que não se fotografava a cidade tão livre de sujeira, lixo amontoado ou detritos de qualquer natureza nas calçadas, ruas e avenidas. No atendimento da Saúde, desapareceram os questionamentos que antes as mídias reproduziam diária e massivamente quanto aos postos médicos da prefeitura. E por aí vai.

A capital avançou, sim, em qualidade de vida. A prefeitura foi reorganizada e reestruturada em tempo recorde, alcançando uma situação financeira privilegiada: Mabel conquistou um saldo de caixa significativo, hoje com um montante total depositado em contas acima de R$ 1,2 bilhão – resultado de boa arrecadação e de cortes de gastos que não prejudicaram o funcionamento da máquina municipal. De fato, existe um elevado grau de veracidade no slogan adotado a partir de janeiro do ano passado, “gestão que resolve”, muito bem escolhido como definidor do atual mandato. Atenção: nem nos tempos de Iris Rezende, um gerente de mãos cheias que conseguia dar respostas para as demandas de cuidado com Goiânia, se notou uma tão impecável prestação de serviços sob o comando do gabinete encravado no alto do Park Lozandes.
Por falar em Iris, o velho cacique tinha uma fórmula própria para exercício de cargos executivos como o de governador ou prefeito. Ele dizia que, no 1º ano, a prioridade seria organizar a casa. No 2º ano, definir e preparar propostas em benefício da população. Na sequência, o 3º ano seria o das entregas físicas e da implantação definitiva de políticas públicas renovadoras. Finalmente, no 4º ano, chegaria a hora de correr para o abraço, ou seja, buscar a reeleição com segurança e tranquilidade. Não se sabe se Mabel conhece esse modelo estratégico, mas, conscientemente ou não, não há dúvidas de que o está seguindo. Para 2026, o prefeito já anunciou o início de pelo menos sete grandes projetos, desde uma revolucionária revitalização do Centro, passando pela criação de polos industriais, a requalificação do corredor da T-7, obras de drenagens em todos os pontos críticos, reurbanização do córrego Cascavel e a construção de 30 novos CMEIs – resolvendo em definitivo o déficit de vagas na Educação Infantil em Goiânia.
Parte do que viria no 3º ano, portanto, vai ser antecipada para o 2º ano. Claro, é uma decorrência do saneamento em prazo recorde da entrada e saída de recursos. Em outras palavras, Mabel domou as despesas e aumentou a arrecadação, eliminando os ralos, de olho, inclusive, em uma folga capaz de permitir investimentos nas carreiras do funcionalismo, em especial da Educação e da Saúde. Isso vai se desdobrar em um aumento da produtividade e em suporte e assistência mais eficientes para todos que moram na capital. Haverá dinheiro – e muito. Por isso, não é de se preocupar que, por ora, o desempenho de Mabel nas pesquisas de avaliação ainda percorra uma linha mediana. Entre institutos de baixa, razoável e alta credibilidade, ele oscila na faixa de 40%, provavelmente refletindo a memória da última e desastrada (falta de) administração de Rogério Cruz.
Isso significa que persiste a desconfiança de que Goiânia tornou-se um problema insolúvel, o que não é verdade, mas não se supera da noite para o dia. Mabel, corretamente, está plantando os alicerces para que se espalhe e se consolide a sensação de que estamos evoluindo e dando passos à frente – assim como o governador Ronaldo Caiado fez na segurança pública. É ainda o segredo de Iris Rezende colocado em prática. Lentamente, as pesquisas irão reagir, em um estímulo decisivo para os esforços do prefeito, indiscutíveis e inegáveis no sentido de oferecer o trabalho e até o sacrifício pessoal que a capital reclama para recuperar o conforto e o apoio a que todos as goianienses e todos os goianienses têm direito. Para Sandro Mabel, o momento da colheita vem se aproximando e promete um justo reconhecimento, a partir da semeadura em andamento.