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José Luiz Bittencourt sobre política, cultura e economia

15 set

Campanha da base governista dá sinais de desânimo, corta a ajuda aos candidatos proporcionais e entra em uma sucessão de cancelamento de eventos programados para Zé Eliton

As últimas pesquisas do Serpes, em O Popular, e do Diagnóstico, no Diário da Manhã, revelando que Ronaldo Caiado rompeu o teto e subiu acima de 43%, consolidando a vitória fácil no 1º turno, derrubou em definitivo o moral das tropas governistas.

 

É óbvio que a candidatura de Zé Eliton tornou-se um fiasco. Além da alta de Caiado, as pesquisas mostraram que o candidato tucano não consegue sair do lugar e segue empatado tecnicamente em 2º lugar com Daniel Vilela, na faixa dos 10% das intenções de voto.

 

O impacto dessas pesquisas na base governista é o mais negativo possível. O clima de desânimo é inevitável. A boataria corre solta. E a campanha tucana se previne, cortando despesas e cancelando eventos pelo Estado afora. O próprio Zé Eliton admitiu que não está sendo ajudado pelos candidatos a deputado porque não repassou a prometida ajuda a eles. Nesta semana, ele e Valéria Perillo, a ex-primeira dama, cancelaram vários compromissos de campanha, inclusive uma carreata em Aparecida, segundo maior colégio eleitoral do Estado. Antes, eventos foram suspensos em Ceres e Pires do Rio. Zé preferiu se refugiar no Palácio das Esmeraldas.