Informações, análises e comentários do jornalista
José Luiz Bittencourt sobre política, cultura e economia

22 set

Mobilização de rua, redes sociais, rádio e televisão, máquina governista, exército de prefeitos – nada adiantou e Zé Eliton vai chegar ao dia da eleição sem crescer um único ponto acima da margem de erro

O governador Zé Eliton é mesmo ruim de voto. É preciso admitir que ele e a sua campanha fizeram de tudo: carreatas, eventos, presença intensa nas redes sociais, maior tempo no horário eleitoral no rádio e televisão, uma poderosa máquina governista e um exército de prefeitos (já falaram em duas centenas), mas nada adiantou.

 

Entre a pesquisa Ibope de 17 de agosto último e a desta sexta-feira, ambas divulgadas pela TV Anhanguera, Zé cresceu 3 pontos, passando de 10 para 13% – dentro da margem de erro, portanto, que foi de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. No jargão técnico das pesquisas, nesse caso, não se poder classificar o movimento como crescimento, mas sim como mera oscilação, já que ocorrido dentro da margem de erro. Importante: o índice está alinhado com os números apurados pelos demais institutos de pesquisas, os de credibilidade, claro.

 

Zé é um fenômeno eleitoral às avessas. O maior de todos os tempos em Goiás.