Informações, análises e comentários do jornalista
José Luiz Bittencourt sobre política, cultura e economia

23 set

Depois de esgotar todos os recursos para Zé Eliton subir nas pesquisas – viajar pelo interior, assumir o governo, campanha de rua e programas de rádio e TV –, tucanos agora dizem que será na “última hora”

Desde o começo do ano que as cabeças coroadas da base governista vêm marcando prazo para a arrancada de Zé Eliton nas pesquisas: primeiro, como vice-governador, ele viajaria pelo interior entregando cheques do programa Goiás da Frente e se tornaria conhecido; depois, seria a partir da posse como governador do Estado; em seguida, quando a militância fosse para as ruas, em campanha, o que aconteceu a partir de 16 de agosto; e, finalmente, Zé deslancharia com os programas de rádio e televisão, que estão quase acabando. Nada deu certo. O carretão não saiu do lugar.

 

Zé continua patinando no 2º lugar, empatado com Daniel Vilela na faixa dos 10 a 13% de intenções de votos, dentro da margem de erro de todos os institutos sérios. Com tudo o que foi feito, não conseguiu crescer quase nada nas pesquisas. Se houver algum mérito nelas, é para Daniel Vilela, que não conta com uma fração dos recursos que a condição governista coloca a favor do Zé, infrutiferamente, e mesmo assim segue ombro a ombro com o Zé.

 

Mas uma leitura dos jornais deste fim de semana revela que os estrategistas palacianos não desistiram de inventar justificativas para o fiasco do candidato tucano e de marcar nova data para a “reação”. A coluna Giro, em O Popular, ouviu o QG tucano, que, sem medo de cair no ridículo, anunciou pomposamente que Zé vai decolar, sim, mas na “última hora”.

 

Acredite, leitor. Está escrito lá, na coluna Giro de sábado, 22. Zé vai reagir, sim. Na última hora.