Informações, análises e comentários do jornalista
José Luiz Bittencourt sobre política, cultura e economia

03 out

Último dia dos programas no rádio e na televisão: palanque eletrônico não teve o efeito que Zé Eliton e Daniel Vilela esperavam e, se serviu para alguma coisa, foi para manter Caiado em 1º lugar

Esta quarta-feira marca o último dia dos programas eleitorais no rádio e na televisão. Antes do seu início, a esperança de candidatos como Zé Eliton e Daniel Vilela, que começaram a campanha atrás e assim continuam até hoje, era no sentido de uma reviravolta a partir da exposição proporcionada pelo horário gratuito – mas as expectativas se frustraram.

 

Zé e Daniel não conseguiram crescer um ponto que seja por conta do palanque eletrônico. Os programas, se serviram para alguma coisa em Goiás, foi para manter a folgada liderança de Ronaldo Caiado, que se manteve na faixa dos 40 a 47% das intenções de voto, conforme o instituto que fez a pesquisa. O tucano e o emedebista seguiram estagnados e empatados no 2º lugar, na faixa dos 10 a 13% das intenções de voto.

 

O horário eleitoral no rádio e na TV não é mais o que era. O eleitor, apático e hostil diante dos políticos, não se interessa e não assiste. Além disso, aqui no Estado, nunca teve influência decisiva em qualquer eleição. Sempre refletiu, na verdade, o que estava colocado na sociedade e nunca foi capaz de criar tendências ou estimular definições. Quem apostou na sua eficácia, perdeu.