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José Luiz Bittencourt sobre política, cultura e economia

05 out

Derrota de Zé Eliton é histórica, prova que ele nunca esteve à altura de ser o candidato da mais poderosa base governista que existiu em Goiás e dá a ele o desmoralizante título de “coveiro do Tempo Novo”

Nunca um candidato que representou uma base governista, em Goiás, chegou a uma derrota nas urnas do tamanho que a de Zé Eliton no próximo domingo.

 

Zé vai ficar abaixo dos 500 mil votos ou passar por pouco e assistirá à consagração de Ronaldo Caiado no 1º turno, com mais de um milhão de sufrágios à frente, talvez muito mais.

 

É uma humilhação eleitoral jamais vista antes em Goiás, em se tratando de um candidato que representa as forças encasteladas no governo – que, por si só, em qualquer circunstância, sempre têm um capital mínimo de votos na faixa dos 30% do eleitorado. Agora, serão entre 10 a 15%.

 

Candidato inadequado e despreparado para a missão que recebeu, conforme alertou seguidamente o ex-deputado federal Vilmar Rocha, do seu mesmo grupo, Zé vai passar à história como o “coveiro do Tempo Novo”, o homem que reduziu a pó de traque o mais forte aglomerado político do Estado, em qualquer época, com a sua incrível sequência de erros, incapacidade para reagir e total inaptidão para liderar.

 

Zé não passou de um equívoco.