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José Luiz Bittencourt sobre política, cultura e economia

08 out

Apesar do choro dos tucanos, institutos de credibilidade – como Serpes, Grupom, Ibope e Diagnóstico – acertaram os resultados da eleição, alinhados dentro da margem de erro

A temporada eleitoral que se encerrou neste domingo teve, pelo menos em Goiás, um bom acompanhamento das expectativas, durante a campanha, a cargo dos institutos de pesquisa que atuaram na aferição das tendências do eleitorado – e é claro que estamos falando dos institutos de credibilidade.

 

Assim, para ficar nos quatro mais importantes – Serpes, Grupom, Ibope e Diagnóstico -, tivemos bons levantamentos, que correram alinhados entre si, dentro da margem de erro, e acabaram antecipando com clareza o rumo que a eleição tomaria no momento da decisão final nas urnas eletrônicas. Esses institutos, com diferenças numéricas aceitáveis dentro das regras metodológicas das pesquisas, prenunciaram o resultado, ou seja, Ronaldo Caiado no 1º turno e Zé e Daniel a uma distância grande, mas praticamente emparelhados.

 

Dos três principais candidatos, só um brigou com as pesquisas – Zé Eliton, inconformado com o que, apurados os votos, foi ainda pior: o seu empate técnico com Daniel Vilela, em 2º lugar, que se metamorfoseou nos boletins do TRE para uma queda ainda maior e a sua classificação enfim em 3º lugar. Que fique a lição: candidato ou campanha que combate pesquisa, é porque está perdendo e aí o cenário fica mais negativo – essa é a mensagem que chega ao eleitor e ela não é construtiva.