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José Luiz Bittencourt sobre política, cultura e economia

11 dez

Ministério Público Federal foge do padrão, não pede prisão preventiva e Jayme Rincón e Júlio Vaz são soltos após vencimento da ordem de detenção temporária

Ao contrário do que costuma rotineiramente fazer, o Ministério Público Federal não pediu a conversão da prisão temporária em prisão preventiva do ex-presidente da Agetop Jayme Rincón e do ex-presidente da Codego Júlio Vaz, além do casal de funcionários estaduais Marcio Gomes Borges e a mulher dele Meire Cristina Rodrigues e eles, vencido o prazo na noite desta segunda-feira, já estão soltos.

 

Os quatro foram recolhidos ao cárcere da Polícia Federal em Goiânia no curso das investigações da Operação Confraria, desdobramento da Operação CAsh Delivery, esta por sua vez derivada da Operação Lava Jato. Eles são acusados de desvios de recursos na esfera da Codego e tiveram bens móveis e imóveis sequestrados, em valor estimado em mais de R$ 10 milhões de reais.

 

Segundo o MPF, as apurações prosseguem e têm como alvo principal o ex-governador Marconi Perillo, considerado como “chefe maior de uma organização criminosa que atua dentro do governo do Estado”.