Megaoperação no Rio confirma slogan de Caiado: ou bandido muda de profissão ou muda de Goiás

A operação contra o Comando Vermelho, no Rio de Janeiro, acabou servindo para mais uma vez comprovar de maneira cabal o sucesso da política de segurança pública implementada pelo governador Ronaldo Caiado. Dentre a mais de uma centena de bandidos mortos durante o confronto com a polícia carioca, pelo menos sete foram identificados como oriundos de Goiás.
Lembram-se, leitoras e leitores: Caiado assumiu, em 2019, prometendo que, no seu governo, só haveria duas alternativas para quem tivesse feito a escolha de viver à margem da lei em Goiás – ou mudar de profissão ou mudar de Estado. Pois bem, foi exatamente o que o enfrentamento entre o CV e o aparato de segurança do Rio deixou patenteado, ou seja, sete marginais de alta periculosidade se mudaram daqui, número, na verdade, que é apenas uma parte dos 47 faccionados monitorados que se transferiram do Estado para outras regiões do Brasil para se livrar da perseguição do aparelho repressivo estadual chefiado por Caiado.
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Diretamente, a bem-sucedida operação no Rio de Janeiro deu de frente com delinquentes que abandonaram Goiás para se homiziar nas favelas cariocas e acabou passando mais um atestado de que Caiado cumpriu a palavra empenhada. O governador conseguiu reduzir a quase zero o espaço para a criminalidade, derrubando todos os índices de violência e de ocorrências danosas contra a vida e a propriedade, a ponto de levar a uma redução de mais de 50% no preço do seguro de pick-ups cabine dupla, antigamente o alvo número um dos ladrões de veículos, hoje extintos no Estado. Mais que uma frase de propaganda, o mote do “bandido ou muda de profissão ou muda de Goiás” mostrou ser uma realidade, agora confirmada pela lista de eliminados no violento combate entre a polícia do Rio e os faccionados escondidos nas comunidades da Penha e do Alemão.
Os relatórios do governo carioca documentaram a neutralização de sete líderes do CV procedentes de Goiás, todos até a megaoperação policial da semana passada atuando no Rio depois de se mudar do Estado:
1 – Marcos Vinicius da Silva Lima – Vulgo: Rodinha/Brancão;
2 – Eder Alves de Souza – Vulgo: Disquete;
3- Adan Pablo Alves de Oliveira – Vulgo: Madruga;
4 – Fernando Henrique dos Santos – Vulgo: Fernandinho;
5 – Cleiton Cesar Dias Mello – Vulgo: Cleitinho;
6 – Vanderley Silva Borges – Vulgo: Deley.
7 – Rafael Resende Ferreira – Vulgo: Panela.
Nenhuma outra região do Brasil vive uma situação de paz social tão equilibrada como Goiás hoje em dia. Pelo país afora, as pesquisas apontam a falta de segurança pública como a maior preocupação da população, porém não entre as goianas e os goianos. Caiado conseguiu o que, nos governos passados, era considerado impossível, uma vez que a criminalidade era vista como consequência das desigualdades sociais e, daí, um problema sem solução – interpretação comum dentro da esquerda, que enxerga romanticamente o bandido como uma vítima da sociedade e não consegue formular propostas para devolver a tranquilidade principalmente para as grandes cidades. Tudo isso foi jogado por terra com o sucesso do governador que só quer uma chance para levar a sua bem-sucedida estratégia de segurança para todas as brasileiras e todos os brasileiros. Mais um passo para a presidência da República.