6 de março de 2024
A “façanha” de Naves: ficar fora da sua própria sucessão
O prefeito de Anápolis, a sete meses da eleição municipal, não tem um candidato para apoiar para a sua própria sucessão. É um fato inédito, jamais visto antes em Goiás: alguém que, no poder, não constrói um processo de influência para a sua substituição. Os dois nomes mais cotados para a prefeitura Anapolina, na disputa de outubro próximo, são desafetos de Naves: o petista Antônio Gomide, que lidera as pesquisas beirando os 40% das intenções de votos, e o emedebista Márcio Correa, esse na faixa dos 10%. Para completar, o prefeito tem baixa aprovação e é malvisto pela maioria da população.